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Introdução: São conhecidos os efeitos positivos do exercício terapêutico no estado depressivo e estado cognitivo do idoso. Objetivo: Este estudo teve como objetivos avaliar e comparar os efeitos de um protocolo de coordenação motora, com a duração de 8 semanas, duas vezes por semana, 50 minutos cada sessão, no estado depressivo e estado cognitivo. Metodologia: 30 idosos (81,43 ±8,97 anos), 66,7% mulheres, clinicamente estáveis e capazes de realizar marcha, numa amostra por conveniência, participaram num protocolo de coordenação motora. Foram avaliados antes da intervenção (t0) e depois (t1) pela Escala de Depressão Geriátrica, EDG, (estado depressivo) e pela Mini-Mental State Examination, MMSE, (estado cognitivo). Resultados: Na EDG, no t0, o valor médio foi de 13,27 (±5,30) e no t1 foi de 11,37 (±6,15). Na MMSE, o valor médio em t0 foi 23,97 (±4,20), enquanto no t1 foi 26,1 (±3,86). As melhorias nos resultados foram estatisticamente significativas tanto no estado depressivo (p=0,000) como no estado cognitivo (p=0,000). Discussão: O protocolo usado neste estudo foi capaz de promover melhorias estatisticamente significativas (p≤0,05) no estado depressivo e estado cognitivo.
Introdução: São conhecidos os efeitos positivos do exercício terapêutico no estado depressivo e estado cognitivo do idoso. Objetivo: Este estudo teve como objetivos avaliar e comparar os efeitos de um protocolo de coordenação motora, com a duração de 8 semanas, duas vezes por semana, 50 minutos cada sessão, no estado depressivo e estado cognitivo. Metodologia: 30 idosos (81,43 ±8,97 anos), 66,7% mulheres, clinicamente estáveis e capazes de realizar marcha, numa amostra por conveniência, participaram num protocolo de coordenação motora. Foram avaliados antes da intervenção (t0) e depois (t1) pela Escala de Depressão Geriátrica, EDG, (estado depressivo) e pela Mini-Mental State Examination, MMSE, (estado cognitivo). Resultados: Na EDG, no t0, o valor médio foi de 13,27 (±5,30) e no t1 foi de 11,37 (±6,15). Na MMSE, o valor médio em t0 foi 23,97 (±4,20), enquanto no t1 foi 26,1 (±3,86). As melhorias nos resultados foram estatisticamente significativas tanto no estado depressivo (p=0,000) como no estado cognitivo (p=0,000). Discussão: O protocolo usado neste estudo foi capaz de promover melhorias estatisticamente significativas (p≤0,05) no estado depressivo e estado cognitivo.
Objetivos: Avaliar o efeito de um programa de exercício terapêutico em grupo na saúde física e mental de pessoas com comportamentos aditivos e consolidar o papel do fisioterapeuta na equipa multidisciplinar de um Centro de Atendimento a Toxicodependentes (CAT). Relevância: Este projeto procurou introduzir diferentes métodos de apoio a uma população específica, desenvolvendo as potencialidades da fisioterapia na saúde mental no interior do país, divulgando assim as suas valências enquanto prestadora de cuidados de saúde de diversas populações. Descrição: O programa bissemanal durou 3 meses, incluindo nele indivíduos em programa de metadona ou em fase de reinserção, que foram avaliados antes (t0) e após o programa (t1) através do SF12, Inventário Clínico de Auto-Conceito, Escala de Ansiedade Depressão e Stress. Cada sessão foi ajustada aos participantes presentes e avaliada qualitativamente por cada utente. Resultados: Amostra de 10 sujeitos (média 45 anos; 70% género masculino), sendo que 30% não realizaram o programa. Em t1 foi apenas possível reavaliar 2 dos participantes, pelo que a análise estatística dos dados não foi realizada. No entanto, ambos revelaram ganhos em algumas das variáveis. O feedback dos utentes foi positivo demonstrando reconhecimento pela importância do movimento e vontade em prolongar o programa. Apesar disso, pelas características da condição específica, tiveram dificuldade na adesão, levando a consequentes dificuldades de reavaliação. Conclusões: Este projeto permitiu verificar a sustentabilidade e necessidade da fisioterapia em instituições que lidam com esta população em projetos de longo prazo, integrando as equipas multidisciplinares. Programas futuros deverão ser realizados com uma amostra maior para permitir comparar e retirar conclusões sobre o efeito na saúde física e mental dos sujeitos. Deverá também ter maior duração de forma a aumentar os níveis de adesão.