A percepção da morte pelo idoso em contexto institucional de lar residencial
Gomes, Ana Margarida Rodrigues
2014-06-05
Search results
22 records were found.
O presente artigo pretende reflectir sobre a importância da utilização de técnicas de branding pelos países na gestão da sua imagem. Procura, igualmente, traçar um diagnóstico à Marca Portugal e à sua imagem, reflectindo sobre a capacidade em gerar (ou não) valor aos produtos e marcas portuguesas. Trata-se de um artigo mais conceptual do que empírico. Procura examinar os esforços de marketing suportados e encorajados pelos diferentes Governos Constitucionais no sentido de melhorar e promover a marca nacional.
Em função da Internet temos vindo a assistir a grandes e profundas alterações no âmbito do Marketing. Este artigo tem como objectivo analisar as oportunidades que a Internet oferece ao Marketing Industrial, especialmente como ferramenta de Distribuição e de Comunicação. Neste sentido, procurámos explicar o conceito de Marketing Industrial, diferenciando-o do Marketing de Consumo; analisar a importância da Internet para o Marketing e, por último, explorar as oportunidades que esta fornece ao nível da Distribuição e da Comunicação.
Nos últimos anos assistimos a um desenvolvimento dos investimentos estrangeiros a uma escala global. O investimento directo estrangeiro (IDE) tornou-se num dos principais motores para fortalecer o crescimento, facilitar a reestruturação e internacionalização das várias empresas durante a década de 90. Assim, pretendemos com este trabalho estudar o comportamento de dois países – Portugal e Brasil - no que aos fluxos bilaterais de investimento directo diz respeito. O estudo tem por base uma análise evolutiva dos respectivos fluxos, num espaço temporal de 15 anos: 1985-1999.
O presente artigo pretende reflectir sobre a importância da utilização de técnicas
de branding pelos países na gestão da sua imagem. Procura, igualmente, traçar um diagnóstico
à Marca Portugal e à sua imagem, reflectindo sobre a capacidade em gerar (ou
não) valor aos produtos e marcas portuguesas. Trata-se de um artigo mais conceptual
do que empírico. Procura examinar os esforços de marketing suportados e encorajados
pelos diferentes Governos Constitucionais no sentido de melhorar e promover a marca
nacional.
O Espírito Empresarial é hoje considerado um dos principais motores de inovação, competitividade e crescimento da economia.
Este artigo surge na sequência de uma investigação, cujo objectivo foi conhecer a realidade subjacente ao empreendedorismo da Região da Beira Interior, inserido no quadro da prestação de serviços para a Espaço e Desenvolvimento, Lda. No âmbito do Projecto BI Inova.
Dada a cada vez maior escassez de emprego, é fundamental que os jovens criem o seu próprio posto de trabalho ou dinamizem as suas competências enquanto trabalhadores por conta de outrem.
Do estudo realizado resultaram quatro áreas estratégicas que deverão estar implícitas nas medidas a adoptar para a promoção do espírito empresarial nesta Região.
Desenvolvimento dos currículos
O Projecto Ruraltech - Rede Europeia para a Promoção das Novas Tecnologias em Territórios Rurais está profusamente descrito e fundamentado nas páginas deste livro. Para lá das palavras que perpetuam os acontecimentos, só a História nos dirá quais os efeitos perduráveis duma iniciativa que se esforçou por suavizar a iliteracia digital a que se viram condenadas as populações rurais, a qual representa um dos principais obstáculos à promoção da igualdade de oportunidades entre os espaços urbanos e os espaços rurais e, dentro destes, entre os que já se conseguiram incorporar nas redes de comunicação e informação e os que foram deixados à margem da sociedade do conhecimento.
A importância que tem sido atribuída à gestão de marca, como via de obtenção de vantagens a longo prazo pelas organizações, confere-lhe uma dimensão estratégica que a transforma num valioso activo a explorar. Mas não só ao nível das organizações; a exigência que se coloca aos países para que conheçam e entendam as necessidades dos seus diferentes públicos (cidadãos, investidores, empresas, turistas), de modo permanente, torna-se crucial para adaptar os produtos ou serviços do país a essas necessidades. Hoje, mais do que antes, os países necessitam de adoptar instrumentos de gestão estratégica de marketing e de gestão de marca que lhes permita manter a sua atractividade frente a outros países, seja na atracção de empresas, turistas, instituições ou eventos.
A relevância desta investigação é reforçada pela importância que conceitos como marca-país ou place branding têm vindo a ganhar nos últimos anos. Acredita-se que a imagem país pode representar uma vantagem competitiva importante, constituindo uma fonte de valor traduzida na confiança, fiabilidade, credibilidade e qualidade que essa imagem lhe consegue transmitir.
Este trabalho focaliza-se no estudo da Marca Portugal e na avaliação da sua imagem junto dos consumidores portugueses. Evidencia-se a importância da marca país no contexto económico actual, bem como o caminho que tem sido percorrido para a afirmação dos produtos e marcas portuguesas num mercado cada vez mais globalizado. Pretende-se reflectir sobre a importância da utilização de técnicas de branding por parte de Portugal na gestão da sua imagem; reflectir sobre a capacidade em gerar (ou não) valor aos produtos e marcas portuguesas, bem como verificar se a percepção negativa evidenciada pelos diferentes estudos disponíveis continua a ser partilhada pelos consumidores portugueses.
Foi desenvolvido um estudo empírico assente em quatro objectivos específicos: (i) aferir a Imagem da Marca Portugal entre os consumidores portugueses; (ii) comparar, entre os consumidores portugueses, a imagem dos produtos portugueses com a de produtos de outras nacionalidades; (iii) aferir o conhecimento dos portugueses acerca da realidade do país; (iv) determinar se o facto de não conhecer a realidade do país influencia negativamente a auto-imagem dos portugueses.
A investigação revelou que a imagem que os consumidores portugueses têm dos produtos e marcas portugueses ainda não acompanha o posicionamento pretendido pelos governantes. Concluiu-se que globalmente os consumidores portugueses têm uma imagem bastante favorável acerca de Portugal e dos seus produtos, mas as associações evocadas, apesar de positivas e favoráveis, não se consideram diferenciadoras, capazes de atribuir valor aos produtos nacionais; continuam a associar Portugal com a produção de bens tradicionais, com destaque para o vinho, lacticínios, fruta, calçado ou azeite, sectores de actividade económica primária. Continuam a não associar Portugal à produção de energias renováveis ou bens de índole tecnológica, base do reposicionamento pretendido pelos governantes com o programa da Marca Portugal. Do mesmo modo se conclui que as marcas com maior notoriedade junto dos consumidores portugueses pertencem, na sua maioria, aos sectores tradicionais recordados pelos mesmos.
