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This article presents some contributions for teachers at all levels of education and for researchers in the history of science and in science education. It presents relevant contributions to support and illustrate the teaching and to encourage further investigations in a central domain of science and societies as is the measure and the systems of measure units
Amato Lusitano, célebre médico e homem de ciência, é uma figura incontornável do renascimento europeu, nascida em Castelo Branco em 1511. No espaço envolvente da Escola Superior de Educação foi criado em 1998 um HORTO no âmbito de um Projeto Ciência Viva com vista a homenagear a sua vida, obra e espírito científico e dá-lo a conhecer à comunidade. Nele se podiam encontrar algumas das plantas que usava nas curas. Tendo decaído rapidamente o seu uso como espaço educativo aproveitou-se a comemoração dos 500 anos do nascimento de Amato Lusitano para a sua renovação transformando-o num espaço de educação não formal com potencialidades para o desenvolvimento de atividades de ensino e aprendizagem, tanto para futuros professores como para crianças das escolas da cidade e para investigação da relação entre espaços de educação formal e não formal. Apresenta-se o atual projeto de renovação do espaço salientando o seu relevo educativo na formação em ciências de professores para o ensino básico.
O estágio ocupa um tempo privilegiado na formação dos professores. É nele que se desenvolvem as competências associadas à profissão docente, ou seja, aquelas que lhes serão indispensáveis para potenciarem a formação de cidadãos responsáveis, ativos e implicados na construção de uma sociedade sustentável e democrática. A escola é, com frequência, apontada como um espaço fechado à comunidade e desfasada da realidade social. Contudo, pouco tem sido feito no sentido de evitar essa destoante identidade daquela que se esperaria que fosse uma instituição renovadora e capaz de preparar os jovens para o futuro. Contrariamente ao que nos habituamos a afirmar, os meios urbanos oferecem um património educativo muito rico, fora da escola, do ponto de vista artístico, natural, científico, capaz de proporcionar contextos integradores para as aprendizagens (Paixão, 2006). Naturalmente que, se os estagiários não experienciarem, na prática de ensino, situações de planificação, implementação e avaliação de percursos de ensino e aprendizagem e a construção de recursos didáticos ajustados ao ensino em contextos não formais, fica dificultada a sua ação de futuros professores no sentido da abertura da escola à comunidade e ao meio envolvente. Foi com base nas premissas apresentadas que tomámos como objetivo desenvolver uma estratégia formativa que proporcionasse aos nossos estagiários a oportunidade de se iniciarem no ensino em contextos não formais. Concebemos um projeto de dinamização de um espaço exterior à ESE de Castelo Branco (Horto de Amato Lusitano, em homenagem ao ilustre médico albicastrense renascentista) que permite realizar atividades integradas, que envolvem várias áreas curriculares, e tão diferenciadas como, por exemplo, plantar e semear, preparar mezinhas com plantas da flora de Amato Lusitano ou fazer jogos ao ar livre. Os resultados, ao longo dos últimos três anos têm sido muito positivos (Jorge & Paixão, 2012).
O estudo insere-se na linha da interação entre contexto formal e não formal através da exploração de conexões da exploração de conexões entre ciência e arte proporcionadas pelo património local. Tendo como finalidade contribuir para a abertura curricular da escola através da formação inicial de professores, definimos como objetivos planificar e implementar uma atividade experimental no Ensino Básico integrando aprendizagens na escola e num Museu e analisar o desenvolvimento profissional de uma futura professora. A metodologia assenta numa perspetiva qualitativa, num quadro de investigação-ação. Os resultados evidenciam que a aprendizagem dos alunos, a nível cognitivo, de capacidades e de atitudes, avaliadas por múltiplos registos, foi muito positiva. De igual modo, o contributo para o desenvolvimento profissional da futura professora revelou-se consistente.
A prática de ensino supervisionada ocupa um tempo privilegiado na formação para o ensino da matemática, promovendo o desenvolvimento de competências associadas å profissão docente, mormente aquelas que serão indispensáveis para a formação de futuros cidadãos responsáveis, ativos e implicados na construção de uma sociedade da qual a matemática é parte indissociável. Para tal, a escola deve ser uma instituição aberta å comunidade, em sintonia com a realidade, renovadora, capaz de proporcionar bem-estar pessoal, físico e social aos jovens e prepará-los harmoniosamente para o futuro. Naturalmente que, se os estagiários não experienciarem situações de planificação, implementação e avaliação de percursos de ensino e aprendizagem e a construção de recursos didáticos ajustados ao ensino de conteúdos curriculares em contextos não formais, fica dificultada a ação de futuros professores no sentido da abertura da escola comunidade e ao meio envolvente. Com o estudo aqui apresentado, sustentado nas premissas e na problemática expostas, propusemo-nos desenvolver e avaliar uma estratégia formativa que proporcionasse aos nossos estagiários a oportunidade de se iniciarem no ensino da matemática, numa perspetiva integradora com outras áreas do currículo do Iº CEB, na interação entre contextos formais e não formais. Os resultados, ao longo dos últimos três anos têm sido muito positivos.
A educação em espaços não formais, tais como espaços urbanos ou outros, em que as atividades sejam desenvolvidas com objetivos bem definidos e numa perspetiva de articulação com o trabalho desenvolvido em sala de aula, pode favorecer um maior envolvimento, motivação e cooperação das crianças na realização de atividades e, concomitantemente, obter aprendizagens de âmbito curricular mais consistentes. Entende-se, assim, que, na sua formação, os futuros professores para o ensino básico devem ter a oportunidade de compreender as potencialidades dos espaços não formais no sentido de valorizar o contributo da interação entre as aprendizagens aí realizadas e as realizadas nos espaços formais. Foi com esse propósito que estimulámos a realização de trabalhos de iniciação à investigação incidindo sobre esta problemática e estreitamente ligados à ação pedagógico-didática no âmbito da Prática Supervisionada do 1º Ciclo do Ensino Básico. Os resultados têm vindo a apontar que se trata de uma estratégia adequada, ao nível da formação.
O Jardim de Paço Episcopal de Castelo Branco, ex-líbris da cidade, interliga espaços e objetos de grande dimensão estética. O traçado geométrico e a profusão de formas e elementos decorativos, aliados à vegetação e à estatuária em granito, conferem a este espaço um potencial de interdisciplinaridade passível de promover aprendizagens integradoras das várias áreas do currículo do 1º Ciclo do Ensino Básico. Trata-se, por isso, de um espaço de educação não formal cujo valor didático pretendemos evidenciar. No âmbito do mestrado em Educação Pré-escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, desenvolveram-se trabalhos de investigação centrados na questão do potencial educativo que assenta na inter-relação entre as aprendizagens realizadas no Jardim do Paço e as realizadas em sala de aula. Os estudos enquadraram-se na Prática de Ensino Supervisionada no 1º Ciclo do Ensino Básico e envolveram, de modo ativo e direto, uma turma de 24 alunos de 4º ano e a sua Professora Titular. Ainda que um dos trabalhos estivesse focado na aprendizagem das ciências e outro na aprendizagem da matemática, em ambos se fixaram como objetivos do estudo: (i) Construir e avaliar recursos didáticos para a aprendizagem não formal no Jardim do Paço que relevem as atividades de natureza prática como experiências de aprendizagem em Ciências e Matemática; (ii) Evidenciar o contributo das atividades realizadas para a aquisição de competências na área das Ciências e Matemática de alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico. Decorrente da problemática e das questões de investigação, em termos metodológicos, optou-se por uma investigação qualitativa. Tratando-se de alunos que pretendem contribuir para o incremento do conhecimento e melhoria das práticas pedagógicas, adotou-se um design de investigação-ação. Nesse sentido, foi seguido um faseamento de planificação, ação, observação e reflexão sobre a ação, no sentido da melhoria de competências profissionais e contribuir para o incremento do conhecimento e melhoria das práticas pedagógicas, adotou-se um design de investigação-ação. Nesse sentido, foi seguido um faseamento de planificação, ação, observação e reflecção sobre a ação, no sentido da melhoria de competências profissionais e contribuindo para a compreensão da prática educativa.Tendo em conta a participação ativa dos alunos no decorrer das atividades realizadas no Jardim do Paço, os comentários e os registos escritos (textos e desenhos) efetuados no regresso à escola, entendemos que este espaço proporciona oportunidades únicas para realizar aprendizagens diferentes do habitual. A natureza das atividades propostas, elaboradas com base nos recursos do próprio Jardim, contribuiu para uma maior motivação da turma, relevando a dimensão afetiva da aprendizagem e permitindo melhorar a compreensão de conceitos.
Tendo em conta orientações atuais da educação em ciências, particularmente para a escolaridade básica, que dão relevo à integração de saberes e à contextualização das aprendizagens no meio local, a escola deve ser aberta ao quotidiano e capaz de assumir responsabilidades na formação de cidadãos implicados numa sociedade da qual a ciência é indissociável. Naturalmente que se os futuros professores não experienciarem situações de formação ajustadas a tais perspetivas as suas competências profissionais ficam limitadas. Apoiado nos pressupostos referidos, este estudo teve como objetivo compreender se a utilização de contextos não formais do meio próximo, na formação, constitui uma estratégia que inicia os futuros professores na planificação e implementação de sequências didáticas integradoras das ciências com outras áreas curriculares. A metodologia, de natureza qualitativa, centrou-se na análise da planificação e desempenho didático dos futuros professores. Os resultados da estratégia, ao longo dos últimos quatro anos, têm sido muito positivos
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré- Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico.
Informática
Tese apresentada à Universidade do Minho como requisito parcial para a obtençao do título de Mestre em Educação
Tese
Tese apresentada à Universidade do Minho como requisito parcial para a obtençao do título de Mestre em Educação
Apresenta-se uma experiência inovação da história da matemática na formação inicial de professores da educação básica que conduziu à sua exploração didáctica em turmas do 6ª ano de escolaridade. Das conclusões, destaca-se que o recurso a problemas matemáticos do passado, tanto de carácter aplicado como recreativo, afigura-se como uma via com muitas potencialidades para um ensino mais humanizado da disciplina.
Para além da escassez de materiais didácticos adequados, destaca-se a falta de conhecimentos históricos dos professores para a utilização de História da matemática no seu ensino. Aponta-se assim, a necessidade de formação dos professores neste domínio devendo perseguir três grandes objectivos complementares (1) conhecer e apreciar o passado da matemática (função informativa); (2) aprofundar a própria compreensão da forma como se constrói o conhecimento matemático (função epistemológica); (3) incorporar, reflectida e adequadamente, material histórico no seu ensino (função didáctica). O estudo que se apresenta aponta para a necessidade de criação, organização e validação de bons materiais de ensino
Apresenta-se um Programa de Formação de Professores centrado na história da Ciência/Matemática, utilizando problemas históricos para o desenvolvimento do conhecimento didáctico dos futuros professores.
Pretendemos discutir as oportunidades que os espaços de educação não formal oferecem para a implementação de um ensino e aprendizagem que evidencie a utilização da matemática em contextos sociais e culturais. A discussão apoia-se num estudo desenvolvido no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada no 4º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico e em que se planeou, implementou e avaliou uma visita ao Jardim do paço de Castelo Branco. Para apoiar a visita foi criado um conjunto de tarefas que, a par de visarem uma aprendizagem ativa da matemática, pretendiam despertar os alunos para a presença desta no mundo que nos rodeia. Apresentamos uma das tarefas propostas aos alunos no Jardim do Paço e analisam-se e discutem-se os resultados da atividade, bem como os textos e os desenhos livres realizados, após a visita, em sala de aula. A resolução da tarefa requereu dos alunos a mobilização e aplicação de conhecimentos matemáticos em contextos reais, contribuindo para aprendizagens contextualizadas. O empenho, a alegria e a motivação manifestada pelos alunos na realização das atividades apontam para uma forte interação entre os dois contextos, formal (escola) e não formal (Jardim do Paço de Castelo Branco).
Evidenciando a relevância do papel da inter-relação entre a escola e espaços de educação não formais, associada a experiências criativas e inovadoras de aprendizagem, apresenta-se um estudo desenvolvido com alunos de 4º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico, tomando como problemática de investigação compreender em que medida a realização de atividades práticas no Jardim do Paço de Castelo Branco estimula a aprendizagem das ciências/matemática e se repercute nas aprendizagens de âmbito curricular. Nessa perspetiva, construímos e validámos recursos didáticos cujo objetivo é promover aprendizagens em ciências/matemática, realizadas num ambiente de educação não formal, complementando os espaços formais com aspetos decorrentes da relação com o meio social e cultural. Apresenta-se e analisa-se uma das atividades propostas numa visita de estudo ao Jardim do Paço desenvolvida com base na observação e medição das sombras dos alunos. Em termos de envolvimento afetivo e de atitudes, os resultados foram muito positivos e relevantes, tendo, igualmente, ocorrido aprendizagens significativas e contextualizadas, ao nível de conhecimentos e de capacidades.
Este artigo insere-se num estudo desenvolvido no âmbito da formação inicial de professores da escolaridade básica (educação primária) com foco na resolução e exploração didáctica de problemas que ilustram usos da matemática em situação diversificadas do quotidiano social passado (problemas histéricos). Os resultados permitem-nos sustentar a relevância didáctica destes problemas e identificar algumas dificuldades à sua integração na aula de matemática. É esta discussão que aqui pretendemos fazer.
Aumentam os desafios que se colocam à escola para formar uma sociedade mais informada e com maior capacidade para resolver problemas. A complementaridade entre os espaços formais, associados à escola, e os espaços não formais, pelo seu potencial de criatividade e motivação cria oportunidades diversificadas de aprendizagem. Nestes pressupostos, o Jardim do Paço Episcopal de Castelo branco, ex-líbrís da cidade, com todo o seu peso cultural, revelou-se um espaço privilegiado para o desenvolvimento de atividades integradoras das várias áreas do currículo do 1º Ciclo do Ensino Básico (1º CEB), com particular destaque para o estudo do meio e da matemática. Através de uma estratégia associada a experiencias criativas e inovadoras de aprendizagem, em que se evidencia o papel da inter-relação entre a escola e os espaços de educação não formal, desenvolveu-se um estudo envolvendo alunos de 4ª ano do 1º ano do 1º CEB, com o objectivo de avaliar o contributo de atividades práticas realizadas no Jardim do Paço e a sua repercussão nas aprendizagens de âmbito curricular. Neste estudo apresenta-se uma das actividades desenvolvidas durante uma visita ao jardim baseada na previsão, na observação e na medição das sombras dos próprios alunos. Neste sentido, construímos recursos didáticos integrando situações que proporcionaram a compreensão do fenómeno da intersecção da luz com os objectos opacos – formação da sombra. Apresentam-se e analisam-se os resultados obtidos referentes às representações dos alunos sobre a relação do comprimento da sombra com a sua altura e à aplicação de conceitos e procedimentos matemáticos e reflecte-se sobre as suas dificuldades. Os resultados foram positivos e relevantes, no que se refere à promoção de aprendizagens matemáticas e ao desenvolvimento de atitudes positivas face à disciplina, por parte dos alunos. Salienta-se, contudo, a necessidade de aprofundar o tema, continuando a explorar, em sala de aula, as experiências e aprendizagens decorridas no jardim do Paço.
Reconhecendo a importância que os espaços não formais assumem na promoção de aprendizagens de âmbito curricular, desenvolveu-se um estudo com o objectivo de avaliar o contributo da interacção entre os dois contextos, um não formal (Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco) e outro formal (casa de aula), Nesta perspectiva, construíram-se recursos didácticos para a exploração de conteúdos na área das Ciências da Natureza, proporcionando o contacto com o património histórico e cultural, de elevado valor estético, complementando o trabalho realizado na escola e contribuindo para uma interdisciplinaridade com outras áreas do saber. Descreve-se, nesta comunicação, o desenvolvimento de actividades centradas na associação das características das estações do ano à sua representação simbólica e apresentam-se os resultados da avaliação do seu impacto, numa turma de 4ª ano do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Tese de Doutoramento apresentada à Universidade de Aveiro para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em Didáctica.
O presente estudo, desenvolvido no 2º ano de escolaridade, no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada, parte da importância da interação dos contextos formais e não-formais de educação para desenvolver aprendizagens curriculares. A problemática centra-se na premissa de que atividades de natureza prática num contexto não-formal do meio próximo dos alunos - o Horto de Amato Lusitano, em Castelo Branco - estimulam a exploração criativa de ideias matemáticas, em articulação com as ciências naturais. Desenvolveram-se, implementaram-se e validaram-se atividades de ensino-aprendizagem e os respetivos recursos didáticos. Os resultados obtidos valorizam a incentivam a continuação, quer da estratégia de ensino-aprendizagem quer da estratégia de formação inicial de professores.
Assente no pressuposto do valor da interação da escola com o meio local, concretizado em visitas de estudo projetadas para propiciarem aprendizagens curriculares, desenvolvemos uma estratégia formativa potenciadora da oportunidade de as nossas estagiárias se iniciarem no ensino das ciências e da matemática no 1.0 Ciclo do Ensino Básico (1.0 CEB) explorando a interação entre contextos formais e não-formais, através de estudos de Investigação-ação (1-A), desenvolvidos durante o estágio. O estudo aqui apresentado teve como objetivo analisar a perspetiva de futuras professoras sobre o valor atribuído á interação entre os dois contextos na sua formação. Em termos metodológicos, optámos pela análise documental de catorze relatórios de estágio do Mestrado em Educação Pré-escolar e Ensino do 1.° CEB, com especial enfoque nas reflexões das futuras professoras sobre o recurso aos contextos não-formais nas práticas de ensino. Os resultados permitem concluir que vários espaços da cidade têm vindo a evidenciar um elevado potencial motivacional, de desenvolvimento profissional e de inovação pedagógica e didática dos futuros professores
Propõe-se uma reflexão sobre o contributo da história da matemática, na formação inicial de professores da escolaridade básica, para o desenvolvimento de perspectivas sobre o valor social e cultural da matemática e para a promoção de práticas de ensino inovadoras. Defende-se que o envolvimento de futuros professores na resolução e exploração didáctica de problemas históricos viabiliza a implementação de estratégias de ensino que favorecem o estabelecimento de ligações com outras disciplinas do currículo e realçam as inter-relações entre a matemática e a sociedade.
Neste estudo questionamos as potencialidades da abordagem curricular com base em experiências de aprendizagem integradoras, tomando como objetivo planear e analisar atividades matemáticas articuladas com a literatura e as expressões plástica e musical e direcionadas para o conhecimento do meio próximo. As evidências recolhidas e analisadas permitiram concluir que as atividades desenvolvidas alargaram os conhecimentos matemáticos das crianças e estimularam o desenvolvimento de competências comunicativas e de atitudes de autonomia e responsabilidade.
Propõe-se uma reflexão sobre a integração da história da matemática em aulas de matemática da escolaridade básica através de problemas matemáticos de carácter recreativo ou de aplicação a situações do quotidiano social passado. Discute-se, em particular, o contributo que tais problemas podem representar para a concretização de um ensino da matemática que atenda à necessidade de promover o “desenvolvimento de atitudes positivas face à matemática e a capacidade de apreciar esta ciência”, nomeadamente desenvolvendo nos alunos a “compreensão da Matemática como elemento da cultura humana” e a “capacidade de reconhecer e valorizar o papel da Matemática nos vários sectores da vida social” (ME, 2007, p. 3). Toma-se como ponto de partida a descrição de um estudo desenvolvido no âmbito da formação inicial de professores para os primeiros anos de escolaridade (dos 6 aos 12 anos) e que envolveu o acompanhamento de três futuras professores em período de estágio e os seus professores cooperantes durante um período de dois anos. Após a fundamentação do estudo, apresenta-se, em linhas gerais, os objectivos do estudo, a metodologia adoptada e discute-se um exemplo concreto de exploração didáctica de um problema histórico. Por fim, salientam-se alguns dos resultados do estudo que sustentam a conclusão de que o recurso a problemas históricos favorece um ensino mais significativo da matemática, que ao mesmo tempo que aborda conceitos e processos matemáticos, viabiliza o estabelecimento de ligações com outras áreas curriculares e sobretudo permite realçar o carácter social da disciplina, tornando-a mais próxima, mais tangível, mais humana.
A educação em ciências com orientação Ciência-Tecnologia-Sociedade (CTS) centra-se no reconhecimento da capacidade da ciência para o desenvolvimento de uma sociedade assente nos valores da democracia. Esta orientação implica mais do que ensino de conteúdos estritamente disciplinares. O património artístico construído pode ser fonte inspiradora para o enriquecimento curricular proporcionando aprendizagens ativas e integradas. Foi nesta linha que definimos como objetivo desenvolver, implementar e validar atividades e recursos que articulam as aprendizagens na escola e no Museu Cargaleiro (Castelo Branco), na educação em ciências no 1º Ciclo do Ensino Básico (1º CEB). A investigação, com uma metodologia qualitativa, desenvolveu-se no âmbito do Estágio, numa turma de 4.ºano, inserindo-se na problemática da interação entre contextos de educação formal e não formal para a promoção da aprendizagem através da exploração de conexões das ciências com a arte. Para tal, planificámos uma visita de estudo ao Museu que contemplou a construção de recursos mediante o planeamento das três fases articuladas – antes, durante e após a visita. Da sequência didática, evidenciamos uma atividade de trabalho experimental que decorreu na fase após a visita, a fim de articular os conhecimentos adquiridos nas duas fases anteriores reforçando a compreensão dos fenómenos da luz e da cor, através da arte, envolvendo conhecimento da realidade próxima. Os resultados evidenciam que a aprendizagem dos alunos a nível de atitudes e capacidades e a nível cognitivo, avaliadas através de múltiplos registos, foi muito positiva.
É actualmente bem sentida a necessidade de desenvolver competências transversais de resolução de problemas. Considerando a utilização de espaços de aprendizagem não formais como um bom complemento de aprendizagem das ciências/matemática e reconhecendo a História da Ciência como uma abordagem que proporciona, entre outros aspectos, excelente motivação, desafiamo-nos a desenvolver um Projecto de uma Exposição interactiva constituída por um conjunto de módulos de problemas matemáticos históricos com resolução manipulativa, associados a grandezas físicas abordadas no 1o e 2o CEB (massa, volume, capacidade, área e comprimento). Evidenciamos as potencialidades educativas do projecto, dando conta da avaliação por professores que a visitaram com os seus alunos.
Um aspeto essencial da educação no 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º CEB) prende-se com a implementação de práticas de ensino direcionadas para o desenvolvimento integrado de atividades e áreas do saber, promotoras do desenvolvimento cognitivo dos alunos, do crescimento das capacidades relacionais e da aquisição de cultura científica. Nesse âmbito, cada vez mais se requerem oportunidades de aprendizagem diversificadas, estabelecendo a complementaridade entre os espaços formais, associados à escola, e os espaços não formais, pelo seu potencial de interdisciplinaridade, criatividade e motivação. Tomando como referência dois estudos desenvolvidos com uma turma de 4.º ano do 1.º CEB, apresentamos alguns dos recursos didáticos desenvolvidos para apoiar a exploração didática de um espaço de educação não formal – o Jardim do Paço de Castelo Branco – e implementar práticas de ensino integrando as áreas de estudo do meio e matemática. Apresentam-se evidências das atividades desenvolvidas pelos alunos, analisam-se os resultados obtidos e sustenta-se a pertinência da utilização dos espaços não formais para a promoção de aprendizagens de índole curricular.
A consideração da história da ciência/matemática contribui para evidenciar dificuldades de compreensão de conceitos e evidencia a natureza da ciência/matemática e do conhecimento científico bem como das comunidades que, em diferentes épocas ou contextos, deram passos para o avanço da ciência. É na intersecção de todos estes aspectos, tomados como valiosos do ponto de vista educativo, que se concebeu o Projecto "Problemas com Conta, Peso e Medida" que se apresenta no Poster e do qual já se obteve uma avaliação prévia por parte de professores do 1º e 2º ciclos que tomaram contacto com os módulos dos problemas históricos propostos.
Apresenta-se parte de um estudo, inserido na problemática da interação entre contextos de educação formal e não formal, desenvolvido com alunos de 2º ano de escolaridade no âmbito da prática de ensino supervisionada e que inclui como objetivo analisar em que medida envolver os alunos na realização de tarefas de natureza problemática, apresentadas de modo lúdico num contexto de educação não formal, se repercute na motivação para a realização de atividade matemática e na aprendizagem. Adotou-se uma metodologia de investigação-ação de índole qualitativa, implicando o uso de diversas técnicas de recolha de dados, a definição de categorias de análise e o recurso à triangulação metodológica como técnica de validação. A análise dos resultados evidenciou que o caráter lúdico que a tarefa assumiu contribuiu para o entusiamo e empenho com que os alunos se envolveram na sua resolução nos dois contextos. Sobressai ainda a compreensão das condições do problema, a verificação da adequação da estratégia usada e a promoção de capacidades de raciocínio e de resolução de problemas.
Neste artigo pretende-se apresentar, particularmente à comunidade espanhola, a natureza e objetivos do Encontro Nacional de Educação em Ciências (ENEC), a reunião científica em território português mais alargada da comunidade de investigação e de prática de educação e ensino na área da educação em ciências. Este encontro tem vindo a contar com a participação de investigadores e professores de muitos países da América Latina e de países de expressão portuguesa. De modo específico, aborda-se o XIII ENEC que decorreu em Castelo Branco no ano de 2009, fazendo a apresentação e a avaliação do Encontro pelos participantes.
A resolução de problemas, entendida como uma competência transversal, assume uma importância fundamental por contribuir para desenvolver conhecimento conceptual e processual e outras competências, tais como prever, planear, formular hipóteses, controlar variáveis ou comunicar. A história da ciência assume, igualmente, um elemento potenciador de aprendizagens de qualidade, entre outros aspectos, pela riqueza de contextos e situações que oferece e que são passíveis de articulação com o currículo, proporcionando uma aproximação cultural à ciência e contribuindo para uma interdisciplinaridade com diferentes áreas do saber. Tendo em conta que a resolução de problemas históricos constitui uma oportunidade ímpar para, recorrendo a contextos do passado, estabelecer novas visões sobre muitos temas actuais, em particular quando surgem associados a experiências inovadoras de aprendizagem, concebemos, organizámos e dinamizámos uma Exposição Científica Interactiva. Neste trabalho, descreve-se a Exposição e apresentam-se os resultados da avaliação do seu impacto junto de professores e alunos que nela participaram e que apontam que o Projecto se apresentou como muito inovador.
Articular a educação com os processos de formação dos indivíduos como cidadãos, ou articular a escola com a comunidade educativa de um território é uma demanda da sociedade atual. Esta perspetiva aponta que a educação não formal, entendida como aquela que ocorrendo fora da escola tem intenção de ensinar e de desenvolver aprendizagens mais relevantes, permite enquadrar as crianças e as suas aprendizagens no meio natural e social envolvente, favorece uma abordagem mais contextualizada do processo de ensino-aprendizagem e conduz à formação de cidadãos mais despertos para o mundo. O estudo que se apresenta, inserido na problemática da interação entre educação formal e não formal, desenvolvido com alunos de 2.º ano de escolaridade no âmbito da prática de ensino supervisionada, visou dar resposta à seguinte questão: De que forma a exploração do tema “os cinco sentidos”, no Horto de Amato Lusitano, através da realização de atividades de cariz prático, contribui para a aprendizagem das Ciências? Adotou-se uma metodologia de investigação-ação de índole qualitativa, implicando o uso de diversas técnicas de recolha de dados e a definição de categorias de análise. Da análise dos resultados sobressaem como conclusões que: os alunos compreenderam as potencialidades dos seus sentidos, apercebendo-se da importância para a sua vida; as aprendizagens foram bastante ricas e abrangentes, ao nível da aquisição de conceitos, do desenvolvimento de capacidades científicas e da componente afetiva e relacional.
Apresenta-se uma exposição interactiva que propõe a resolução de problemas matemáticos históricos, relativos a cinco grandezas físicas, por recurso a unidades de medida antigas. Para além dos problemas, também se apresenta um friso histórico em que se apresenta a evolução das unidades de medida, ao longo dos séculos da nacionalidade portuguesa. São indicadas propostas manipulativas e de lápis e papel de resolução dos problemas. Também para o friso histórico, é indicada uma proposta de exploração.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de mestre em educação pré–escolar e ensino do 1º ciclo do ensino básico.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré- Escolar e Ensino do 1.ºCiclo do Ensino Básico.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré- Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Relatório de estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Relatório de estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de mestre em educação pré–escolar e ensino do 1º ciclo do ensino básico.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré- Escolar e Ensino do 1.ºCiclo do Ensino Básico.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré- Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Relatório de estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Relatório de estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco) para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ensino de Música – Instrumento (Guitarra) e Música de Conjunto.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico.
Dissertação apresentada à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Supervisão e Avaliação Escolar.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Pré- Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico.
Dissertação apresentada à Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco para obtenção do grau de Mestre em Ensino de Música - Instrumento (Guitarra) e Música de Conjunto
Contém ref. bibliográficas
Dissertação apresentada à Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco para obtenção do grau de Mestre em Ensino de Música - Instrumento (Guitarra) e Música de Conjunto
O estudo que se apresenta teve como principal finalidade identificar, caracterizar e partilhar, a nível de Instituições de Ensino Superior (lES), ações desenvolvidas nos cursos de formação de profissionais de educação, que potenciassem a promoção de competências de planificação, implementação e avaliação de práticas integradas de educação formal e não-formal em ciências (PIEC). O estudo contemplou todas as lES públicas portuguesas que ofereciam cursos de formação de professores com componente de ciências: 25 lES e 75 cursos. Como técnica de recolha de dados optou-se pelo inquérito por entrevista, dirigida aos coordenadores/diretores de curso (C/D). O retorno foi de 72%. Os dados foram analisados com recurso à técnica de análise de conteúdo através de um sistema categorial misto. Os C/D consideraram as PIEC muito importantes e afirmaram que os estudantes também lhe reconheciam importância para a sua formação, considerando contribuírem para o desenvolvimento dos seus conhecimentos, capacidades, atitudes e valores. Apesar disso, 11% dos inquiridos admite não se desenvolver PIEC em qualquer das Unidades Curriculares (UC) dos cursos dos quais são responsáveis. Em relação aos outros cursos, são identificadas as UC onde essas práticas predominam, assim como estratégias/atividades desenvolvidas. Relativamente à perceção dos C/D sobre a preparação dos estudantes para desenvolver PIEC, nas suas futuras práticas profissionais, 65% afirma ser insuficiente.