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Dissertação
Dissertação apresentada a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Animação Artística.
Relatório de estágio apresentado à Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de mestre em Cuidados Paliativos.
Dissertação de Mestrado em Cuidados Paliativos. Instituto Politécnico de Castelo Branco, 2012
Dissertação apresentada à Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco para obtenção do grau de Mestre em Música - Formação Musical e Música de Conjunto
Dissertação apresentada a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Animação Artística.
Relatório de estágio apresentado à Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de mestre em Cuidados Paliativos.
Dissertação de Mestrado em Cuidados Paliativos. Instituto Politécnico de Castelo Branco, 2012
Dissertação apresentada à Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco para obtenção do grau de Mestre em Música - Formação Musical e Música de Conjunto
O relatório de estágio profissional foi realizado no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada do Mestrado em Ensino de Música – Formação Musical e Música de Conjunto do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Esta prática foi realizada com uma turma de Formação Musical de 5º Grau e com uma Classe de Conjunto - Orquestra, com alunos entre o 4º e o 8º grau, pertencentes ao Conservatório de Música Choral Phydellius, em Torres Novas, no ano letivo de 2015/2016. Este relatório está dividido em duas partes distintas: A primeira parte diz respeito ao trabalho desenvolvido na Prática de Ensino Supervisionada, sendo apresentada a caracterização do contexto e da escola Conservatório de Música Choral Phydellius bem como das turmas dos alunos nas quais desenvolvemos essa prática pedagógica. Apresentam-se, também, para ilustrar a sua concretização, algumas planificações de aulas e respetivas reflexões (relatórios de aula), bem como algumas reflexões sobre o estágio profissional. A segunda parte apresenta o estudo de investigação que desenvolvemos durante a Prática de Ensino Supervisionada, sob o tema “Canções Portuguesas da segunda metade do século XIX e primeira metade do século XX aplicadas ao ensino especializado da música (Formação Musical de 5º grau)”. São apresentadas algumas partituras de canções trabalhadas com os alunos durante a investigação e a análise do inquérito aplicado aos alunos do Conservatório de Música Choral Phydellius e de outros conservatórios do país, com o objetivo de aprofundar o conhecimento deste reportório e de compositores por parte dos alunos ao nível do 5º Grau do Ensino Especializado da Música.
O Património Cultural, como história individual e coletiva, tem de ser valorizado pelas populações locais, na medida em que corresponde ao seu universo identitário. Neste artigo, defendemos ser fundamental, para uma verdadeira dinamização do Património local, que a comunidade conheça e reconheça o valor dessa herança cultural, a fim de a poder rentabilizar como recurso de desenvolvimento. Consideramos, igualmente, que a Animação Artística, enquanto forma de intervenção num território, num trabalho efetivo e prolongado numa comunidade, promove a força desse património, desafia mentalidades, explora projetos de interação, incentiva a aceitação da diversidade, cria o novo, acolhendo o antigo. Quando se estabelece a relação entre um Património herdado e um Património que se vai construindo, quando se favorece a animação e a educação artísticas, no diálogo entre o fazer expressivo-artístico e outras culturas, artes e estéticas, projetos diversificados podem e devem estruturar-se. Estes projetos permitem tornar presente a tradição, desbloquear os limites dos processos criativos e capacitar a população para ser agente do seu próprio desenvolvimento, propondo, deste modo, alternativas à cultura massificada e à imposição de uma monocultura à escala global. Este artigo visa refletir sobre esta problemática e acentuar que a riqueza cultural de uma comunidade não pode medir-se pelo valor económico imediato que ela produz, mas terá que ser encarada como investimento de futuro, seja no direito das novas gerações a usufruir orgulhosamente do seu património, seja no disponibilizar de novas condições para o bem-estar das populações, seja no atrair de novos visitantes, seja no desenvolvimento social e económico gerado, a médio e longo prazos.
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