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O declínio organizacional é um processo complexo e holístico que compreende uma degradação prolongada no tempo do desempenho organizacional ditada por um conjunto de factores ambientais, da estrutura organizacional, do capital humano e da postura estratégica, determinando um resultado positivo (recuperação) ou negativo (falência) que é função de uma reacção da gestão do fenómeno. O presente artigo pretende desenvolver um modelo explicativo do fenómeno do declínio organizacional procurando evidenciar a importância dos aspectos não financeiros, descrevendo um conjunto de factores estudados na literatura que fornecem sinais de declínio organizacional (indicadores não financeiros) antes do advento da crise financeira (indicadores financeiros) se instalar.
Este artigo relata o estudo de investigação – realizado numa amostra de 122 Pequenas e Médias Empresas portuguesas, utilizando a metodologia estatística de modelação através de equações estruturais, analisando uma visão holística – padrões de inter-relações entre diversas dimensões organizacionais e ambientais: factor humano, ambiente, recursos e capacidades organizacionais, actuação estratégica, causas do declínio e acções estratégicas de recuperação, com o intuito de melhor compreender a sua influência no nível de desempenho, percebendo as razões (contextuais) do seu declínio e (o contexto e conteúdo) da sua recuperação. Os resultados obtidos evidenciam uma associação directa, positiva e significativa, entre, a menor competência dos recursos humanos e o reduzido acesso a informação interna e externa de gestão, e os baixos níveis de desempenho. A percepção dos gestores de que a causa do declínio foi devida a um ambiente competitivo, leva-os a implementar um conjunto de acções visando a reestruturação operacional, melhorando a sua competitividade por via da redução da estrutura de custos e do número de efectivos. Esta actuação estratégica de recuperação revelou-se determinante na melhoria do desempenho.
Compreender os factores que restringem e melhoram o desempenho das PME (pequenas e médias empresas), percebendo o que as conduz a entrar em declínio e quais as melhores acções para as recuperar do mesmo, é essencial para os seus gestores assim como para os políticos. Identificar quais os factores explicativos (sintomas e causas) do declínio do desempenho organizacional, as características da sua manifestação e as respectivas consequências ao nível da gestão, permitirá dotar os gestores das PME de um quadro compreensivo do fenómeno que os auxiliará na tomada de decisões correctivas e de prevenção, tornando a empresa mais capaz de sobreviver no longo prazo, evitando uma eventual liquidação da actividade. Se o desempenho das PME pode ser melhorado, ganhará a empresa em si mesmo, evitando a falência, a sociedade e a economia como um todo. Sob as condições de declínio, os gestores não só se encontram perante uma variedade de prescrições de como responder, mas também se encontram perante pressões pessoais e organizacionais que fazem com que torne qualquer resposta de gestão difícil de implementar. Perante tais dificuldades, um conjunto de linhas directrizes que possam ajudar os gestores a diagnosticar e responder apropriadamente perante uma situação de declínio é especialmente útil.
A falência empresarial é um evento que provoca perdas substanciais aos credores, sócios (accionistas) e empregados. Os gestores precisam de um instrumento que possibilite analisar o controlo do desempenho da actividade de uma forma dinâmica através do uso de técnicas que forneçam sinais de alerta de potenciais crises financeiras. Estudos anteriores concluíram que a taxa de mortalidade empresarial encontra-se relacionada com a dimensão da empresa e que em Portugal o sector têxtil e do vestuário é um dos principais sectores industriais atingido com o fenómeno da falência. Além disso, sabendo que o processo que conduz uma empresa à sua falência jurídica passa por uma degradação dos seus indicadores económico-financeiros, o estudo desenvolve dois modelos de previsão de falência nas PME do sector têxtil e do vestuário. Utilizando a técnica de análise discriminante e a regressão logística pretende-se especificar o risco de falência das PME do sector têxtil e do vestuário, com base em indicadores económico-financeiros expressos num índice global e numa probabilidade de falência. Os estudos anteriores sobre a previsão da falência empresarial determinam taxas de exactidão a classificar a posteriori (previsões ex-post). A nossa investigação procura ainda avaliar a capacidade de previsão ex-ante, ou seja, identificar a falência antes dela efectivamente ocorrer. Utilizamos para o efeito uma amostra de PME falidas e PME em actividade de um período posterior ao de derivação dos modelos de previsão ex-post, atingindo-se taxas de exactidão a classificar entre 93,8 e 87,5 por cento, a um ano e três anos da falência ocorrer, respectivamente. Os rácios que relacionam o capital próprio com as vendas líquidas e fluxo de caixa com o passivo de curto prazo apresentaram-se como os mais significativos indicadores de sintomas de falência em PME do sector têxtil e do vestuário.
A fiscalidade enquanto complexo de impostos, bem como o conjunto de leis e documentos administrativos, assumiu sempre um papel crescente na formação das nações. Deste a “invenção” do direito romano até à democracia fiscal, o imposto assumiu-se como um fenómeno multidimensional, onde para além do papel de recolha de receitas públicas, a componente social e humana assumem um papel de relevo. Numa sociedade cada vez mais individualista e egoísta, são os conceitos de solidariedade e responsabilidade de cidadania, enquanto dever cívico do cidadão, que se assumem como valores morais que sustentam uma sociedade democrática, onde o acto de pagar impostos, não é mais do que uma partilha, uma contribuição para o bem estar social, de uma sociedade moderna na transição para o terceiro milénio. Só a ética poderá sustentar um desenvolvimento sustentado da sociedade.
A falência empresarial é um evento que provoca perdas substanciais aos credores, sócios (accionistas) e empregados. Em Portugal o sector têxtil e do vestuário é um dos principais sectores industriais mais atingido com o fenómeno da falência. Sabendo que o processo que conduz uma empresa à sua falência jurídica passa por uma degradação dos seus indicadores económico-financeiros, o estudo desenvolve dois modelos de previsão da falência nas PME do sector têxtil e do vestuário. Utilizando a técnica de análise discriminante e a regressão logística pretende-se especificar o risco de falência das PME do sector têxtil e do vestuário, com base em indicadores económico-financeiros expressos num índice global e numa probabilidade de falência. A nossa investigação procura ainda avaliar a capacidade de previsão ex-ante, ou seja, identificar a falência antes dela efectivamente ocorrer. Utilizamos para o efeito uma amostra de PME falidas e PME em actividade de um período posterior ao da derivação dos modelos de previsão ex-post, atingindo-se taxas de exactidão a classificar entre 93,8 e 87,5 por cento, a um ano e três anos da falência ocorrer, respectivamente. Os rácios que relacionam o capital próprio com as vendas líquidas e o fluxo de caixa com o passivo de curto prazo apresentam-se como os mais significativos indicadores de sintomas de falência em PME do sector têxtil e do vestuário.
Na transição de uma sociedade industrial para uma sociedade de informação e do conhecimento, mais do que um factor crítico determinante do sucesso empresarial, um sistema de informação de apoio a gestores de PME é uma questão de sobrevivência. Pois ao permitir reduzir custos, aumentar a produtividade, reduzir o risco de incerteza na tomada da decisão, melhorar a qualidade dos produtos e/ou serviços, aumentar a eficiência e a eficácia dos processos de gestão, transmitindo valor acrescentado e fidelizando clientes, torna-se num suporte determinante para a gestão estratégica e operacional das PME.
Neste artigo é desenvolvida a temática das causas e processo genérico da insolvência empresarial. Apresenta-se o enquadramento jurídico internacional e nacional do processo de recuperação e falência.
Neste artigo são apresentadas as noções gerais do problema e as várias vertentes do mesmo (jurídica, económica, sociológica, etc).
Neste artigo é desenvolvida a temática das causas e processo genérico da insolvência empresarial. Apresenta-se o enquadramento jurídico internacional e nacional do processo de recuperação e falência. Apresenta-se os casos do Japão, França e Alemanha.
Neste artigo é desenvolvida a temática das causas e processo genérico da insolvência empresarial. Apresenta-se o enquadramento jurídico internacional e nacional do processo de recuperação e falência. Apresenta-se o processo de recuperação e falência em Portugal.
Neste artigo apresenta-se o enquadramento jurídico internacional e nacional do processo de recuperação e falência.
O benchmarking é mais do que roubar ideias. Só funciona se se perceber o que o que está a copiar. Em termos práticos quando uma organização pretende adoptar um novo método de contabilidade de gestão, segue uma das três seguintes vias: a) recorre a consultores externos; b) utiliza recursos internos; ou c) recorre a técnicas de benchmarking.
A ética nos negócios é actualmente um assunto muito importante e pertinente. A delicadeza das matérias, os interesses divergentes, as necessidades da vida económica e empresarial exigem dos dirigentes e dos técnicos de gestão e contabilidade não só conhecimentos técnicos mas comportamentos que satisfaçam os objectivos visados de proteção vários, com satisfação da lei e respeito pela ética.
O BSC é um instrumento de gestão para passar da estratégia à ação. Complementa os tradicionais indicadores financeiros com as dimensões clientes, processos internos e aprendizagem. Os melhores scorecards resultam da definião de medidas de avaliação orientadas para uma organização num determinado ambiente competitivo, que serve um segmento de mercado específico e que apresenta um conjunto de competências próprias.
Um bom sistema de Análise da lucratividade de Clientes pode ajudar a melhorar a rendibilidade global do negócio, selecionando os clientes de qualidade, e a indicar o principal caminho a segui rpara atingir uma maior lucartividade, indicando o impacto financeiro actual e potencial dos movimentos estratégicos dos clientes.
Bibliografia : p. 49
Muitos autores têm investigado os factores que determinam o desempenho académico dos alunos dos cursos de Contabilidade e Gestão, no entanto, os resultados a que se tem chegado não são muito conclusivos e, nalguns casos, são mesmo contraditórios. No presente estudo propõe-se averiguar quais os factores demográficos (idade, sexo, situação profissional, proveniência geográfica)e factores de capacidade académica (nota de acesso ao ensino superior e notas ás disciplinas de Contabilidade Analítica, Contabilidade Geral e Matemática) que exercem influência sobre a média final do curso de bacharelato em Contabilidade dos alunos de uma escola do litoral quando comparada com uma escola do interior de Portugal. Através de uma metodologia baseada na análise da correlação linear simples e na regressão múltipla, conclui-se que, exceptuando a idade, apenas as variáveis associadas à capacidade académica do aluno explicam parte da variação do seu desempenho no curso de Contabilidade e que a magnitude dos seus efeitos não difere significativamente com a localização geográfica das escolas (litoral/interior).