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Comunicação oral apresentada no seminário Caça e Pesca que decorreu em Pinhel em 15 de Junho de 2010.
Poster apresentado no I Congresso Ibérico de Apicultura que decorreu na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.
Poster apresentado no VI Congresso da Ordem dos Médicos Veterinários que decorreu de 3 a 5 de Outubro de 2009, em Lisboa.
Poster apresentado no II Congreso Ibérico de Epidemiologia Veterinária, que decorreu em Barcelona, na FVUAB de 2 a 5 de Fevereiro de 2010.
Poster apresentado no Congresso Internacional de Análises Clínicas e Saúde Pública,promovido pela Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Castelo Branco e que obteve o prémio de melhor poster.
Os indicadores de quantidade de doença numa po¬pulação: prevalência e incidência, a nível de efectivo e a nível animal, permitem avaliar o progresso realiza¬do no controlo de doenças. Os valores calculados para estes indicadores são relevantes para os decisores de saúde animal optarem por manter ou por adaptar/modi¬ficar a combinação de métodos de controlo/vigilância integrados num determinado programa. Consequente¬mente, é desejável que as estimativas da prevalência e da incidência reflictam a realidade. Estes indicadores dependem da qualidade da recolha, validação, processamento e análise dos dados. Com al¬guma frequência, o cálculo da prevalência e da inci¬dência é destorcida; noutros casos, a sua interpretação é destorcida; e noutros ainda, nem sequer é possível a sua computação. Por outro lado, as classificações sanitárias atribuídas aos rebanhos têm que reflectir o estatuto sanitário dos mesmos e da região onde se inserem, pois hoje, são estas classificações que regulam o comércio de animais vivos e de produtos de origem animal. Deste modo, as classificações sanitárias de efectivo/área serão relevan¬tes na erradicação das doenças englobadas no Plano Nacional de Saúde Animal. Neste contexto, iremos recorrer a um estudo-de-caso da brucelose nos pequenos ruminantes na Beira Interior para apresentar algumas metodologias (1) de validação de dados recolhidos no âmbito do programa de erradi¬cação; (2) de cálculo de indicadores de quantidade de doença e de variação de incidência; (3) do tempo de extinção de focos e (4) de identificação de agregados de doença; muito úteis para a avaliação de programas de erradicação.
Poster apresentado no IX Congresso Ibérico de Parasitologia que decorreu em Coimbra, na Universidade, de 25 a 28 de Outubro de 2005.
Poster apresentado no VI Congresso da Ordem dos Médicos Veterinários que decorreu em Lisboa de 3 a 5 de Outubro de 2009.
Poster apresentado nas III Jornadas de Inspecção Sanitária que decorreram em 15 de Maio de 2010 em Vila Real, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Poster apresentado no VI Congresso da Ordem dos Médicos Veterinários que decorreu em Lisboa, de 3 a 5 de Outubro de 2009.
Poster apresentado nas I Jornadas de Saúde Pública Veterinária que decorreram em 29 de Maio de 2010, em Vila Real, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Poster apresentado nas III Jornadas de Inspecção Sanitária que decorreram em Vila Real, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro em 15 de Maio de 2010.
Comunicação oral apresentada nas III Jornadas de Inspecção Sanitária, realizadas em 15 de Maio de 2010, em Vila Real, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
O relatório resulta do trabalho de avaliação ao curso de Engenharia das Ciências Agrárias – Ramo Animal levado a cabo pela equipa de Auto-Avaliação da Escola Superior Agrária. Esta equipa, designada pelo conselho científico com a finalidade de proceder a todas as solicitações de avaliação tanto dos cursos como da instituição, é basicamente composta por um coordenador e um elemento de cada unidade departamental. Decorrente do tipo de curso que se está a avaliar juntam-se à equipa os respectivos coordenadores do curso e um relator. Além deste elementos participaram também neste trabalho um representante dos alunos (designado pela associação de estudantes) e dois funcionários representantes do pessoal administrativo e do pessoal não docente. Em termos metodológicos optou-se pelo seguimento do guião proposto pelo CNAVES, tendo-se recolhido informação de diversos modos: pesquisa documental e bases de dados nos serviços administrativos, inquéritos auto administrados a alunos, docentes e funcionários, inquérito postal aos diplomados e entrevistas directas às entidades empregadoras. Uma vez recolhida e tratada a informação procedeu-se à sua análise crítica tendo como referência os trabalhos de avaliação que até então decorreram relativamente à Escola e ao curso de Produção Animal que antecedeu o actual curso de Engenharia em Ciências Agrárias que se avalia.
O relatório resulta do trabalho de avaliação ao curso de Engenharia das Ciências Agrárias – Ramo Agrícola levado a cabo pela equipa de Auto-Avaliação da Escola Superior Agrária. Esta equipa, designada pelo conselho científico com a finalidade de proceder a todas as solicitações de avaliação tanto dos cursos como da instituição, é basicamente composta por um coordenador e um elemento de cada unidade departamental. Decorrente do tipo de curso que se está a avaliar juntam-se à equipa os respectivos coordenadores do curso e um relator. Além deste elementos participaram também neste trabalho um representante dos alunos (designado pela associação de estudantes) e dois funcionários representantes do pessoal administrativo e do pessoal não docente. Em termos metodológicos optou-se pelo seguimento do guião proposto pelo CNAVES, tendo-se recolhido informação de diversos modos: pesquisa documental e bases de dados nos serviços administrativos, inquéritos auto administrados a alunos, docentes e funcionários, inquérito postal aos diplomados e entrevistas directas às entidades empregadoras. Uma vez recolhida e tratada a informação procedeu-se à sua análise crítica tendo como referência os trabalhos de avaliação que até então decorreram relativamente à Escola e ao curso de Produção Agrícola que antecedeu o actual curso de Engenharia em Ciências Agrárias que se avalia.
O relatório resulta do trabalho de avaliação ao curso de Engenharia Florestal levado a cabo pela equipa de Auto-Avaliação da Escola Superior Agrária de Castelo Branco. Esta equipa, designada pelo conselho científico com a finalidade de proceder a todas as solicitações de avaliação tanto dos cursos como da instituição, é basicamente composta por um coordenador e um elemento de cada unidade departamental. Decorrente do tipo de curso que se está a avaliar juntam-se à equipa os respectivos coordenadores do curso e um relator. Além deste elementos participaram também neste trabalho um representante dos alunos (designado pela associação de estudantes) e dois funcionários representantes do pessoal administrativo e do pessoal não docente. Em termos metodológicos optou-se pelo seguimento do guião proposto pelo CNAVES, tendo-se recolhido informação de diversos modos: pesquisa documental e bases de dados nos serviços administrativos, inquéritos auto administrados a alunos, docentes e funcionários, inquérito postal aos diplomados e entrevistas directas às entidades empregadoras. Uma vez recolhida e tratada a informação procedeu-se à sua análise crítica tendo como referência os trabalhos de avaliação que até então decorreram relativamente à Escola e ao curso de Produção Florestal que antecedeu o actual curso de Engenharia Florestal.
O relatório resulta do trabalho de avaliação ao curso de Engenharia de Ordenamento dos Recursos Naturais levado a cabo pela equipa de Auto-Avaliação da Escola Superior Agrária. Esta equipa, designada pelo Conselho Científico com a finalidade de proceder a todas as solicitações de avaliação tanto dos cursos como da instituição, é basicamente composta por um coordenador e um elemento de cada unidade departamental. Decorrente do tipo de curso que se está a avaliar juntam-se à equipa os respectivos coordenadores do curso e um relator. Além deste elementos participaram também neste trabalho um representante dos alunos (designado pela associação de estudantes) e dois funcionários representantes do pessoal administrativo e do pessoal não docente. Em termos metodológicos optou-se pelo seguimento do guião proposto pelo CNAVES, tendo-se recolhido informação de diversos modos: pesquisa documental e bases de dados nos serviços administrativos, inquéritos auto administrados a alunos, docentes e funcionários, inquérito postal aos diplomados e entrevistas directas às entidades empregadoras. Uma vez recolhida e tratada a informação procedeu-se à sua análise crítica tendo como referência os trabalhos de avaliação que até então decorreram relativamente à Escola e ao curso de Ordenamento dos Recursos Naturais.
O presente relatório resulta do trabalho de avaliação ao curso de Engenharia das Ciências Agrárias opção Engenharia Rural levado a cabo pela equipa de Auto-Avaliação da Escola Superior Agrária. Esta equipa, designada pelo conselho científico com a finalidade de proceder a todas as solicitações de avaliação tanto dos cursos como da instituição, é basicamente composta por um coordenador e um elemento de cada unidade departamental. Conforme o curso que se está a avaliar juntam-se à equipa o respectivo coordenador de curso e colaboradores na compilação do relatório. Além destes elementos participaram também neste trabalho um representante dos alunos (designado pela associação de estudantes) e dois funcionários representantes do pessoal administrativo e do pessoal não docente. Em termos metodológicos optou-se pelo seguimento mais ou menos fiel do guião proposto pelo CNAVES, tendo-se recolhido informação de diversos modos: pesquisa documental e bases de dados nos serviços administrativos, inquéritos auto administrados a alunos, docentes e funcionários, inquérito postal aos diplomados e entrevistas directas (por telefone) às entidades empregadoras. Uma vez recolhida e tratada a informação procedeu-se à sua análise crítica tendo como referência os trabalhos de avaliação que até então decorreram relativamente na Escola.