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A utilização dos pictogramas nos Jogos Olímpicos contribuiu de forma significativa para a popularidade destes símbolos gráficos, consolidando a sua utilização em muitos outros contextos a partir de então. Na segunda metade do séc. XX surgem trabalhos relevantes no campo do design de informação como dos designers Masaru Katzume, Otl Aicher ou Adrian Frutiger, os quais desenvolveram programas de sinalética que se tornaram num marco importante na história dos sistemas pictográficos pela utilização das formas geométricas na construção dos signos. Contudo, os pictogramas desenvolvidos para as diversas olimpíadas não denotavam uma relação gráfica com a imagem corporativa dos jogos. Mas, a partir de 1992 verificou-se o abandono das formas geométricas nos Jogos Olímpicos de Barcelona, influenciando de forma definitiva a relação entre imagem corporativa e sistemas pictográficos globais.
O objectivo de um sistema é o de oferecer informação clara sobre as consequências de optar por um trajecto ou uma direcção determinada, mas deixando os usuários decidir exactamente onde querem ir. O presente trabalho procura clarificar sobre a definição de sistema pictográfico, a forma como se organiza e o modo como evoluiu, tendo em conta a sua finalidade.
Aos pictogramas é pedida a missão de transmitir informações essenciais a um grande número de pessoas de língua diferente, mas que têm traços socioculturais comuns, e a quem não é fornecido nenhum ensinamento para defrontarem a descodificação dessas mensagens. Apesar de não existirem normas rígidas ou impostas ao designer no processo criativo, algumas regras devem ser apreendidas no sentido de melhorar o sistema a conceber.
Adopta-se com alguma frequência o termo pictograma quando nem sempre significa o que se quer significar. No domínio da sinalética é vulgarmente usada uma vasta terminologia para definir o conceito de pictograma, como símbolo, sinal, ícon, etc. O presente trabalho procura de algum modo contextualizar e aprofundar alguns conceitos e terminologia técnica associada à concepção de sistemas de sinalética.
As imagens e textos possuem limitações expressivas. O grafismo dos elementos de sinalética, como meio privilegiado de transmissão de informação, carece de uma nova linguagem de signos universal e instantânea, que concorra para a prossecução dos seus objectivos: transmitir mensagens claras e inequívocas para o utilizador, contribuindo para a melhoria das acessibilidades. Os sistemas de signos são muitas vezes concebidos de forma empírica desconhecendo-se os conceitos básicos, o que origina o desrespeito pelas normas impostas, múltiplos sistemas, incoerentes, ilegíveis e tornando difícil a sua descodificação. Os sistemas, sendo constituídos por uma multiplicidade signos, requerem o estudo aprofundado e sistemático de um código e das suas características.
Methodology for the developement of sign systems for information to visitors.
A maior afluência de pessoas a determinados locais, como aeroportos, zonas comerciais, eventos, serviços públicos, instalações turísticas, etc., suscitou a necessidade de orientar essas pessoas num espaço desconhecido e comunicar mensagens básicas com uma linguagem compreendida por uma maioria. Por outro lado essa mesma mobilidade trouxe consigo desenvolvimento rodoviário associado a um crescente fluxo de indivíduos que se deslocam por necessidades várias de um ponto para outro. Esse deslocamento, muitas vezes efectuado em espaços desconhecidos, despoletou a necessidade em apreender novas regras, as quais passam a ser formalizadas através de signos que facilitam o acesso ou a circulação a determinados locais. Para o presente projecto de investigação identificou-­‐se um problema concreto: os sistemas de signos para informação turística em Portugal, na Europa e no mundo são díspares, na sua maioria não se relacionam graficamente, são incoerentes do ponto de vista da sua concepção gráfica e não existe a nível europeu um sistema normalizado. Estrategicamente, encontra-­‐se no design de informação uma resposta concreta para a obtenção de metodologias de investigação aplicadas à concepção de símbolos para informação turística.
Comunicação apresentada no 28th International Horticultural Congress, que decorreu em Lisboa de 22 a 27 de Agosto de 2010.
A identidade corporativa de uma empresa ou instituição evidencia-se através dos elementos comunicacionais internos e externos, do ambiente de produção e/ou do atendimento que é prestado ao cliente, na apresentação do staff e também através dos estacionários. Neste sentido, a investigação pretende materializar os valores associados à marca IPCB e, assim, permitir delinear vários níveis de estratégia de comunicação corporativa em adequação aos diferentes públicos-alvo. Na metodologia de investigação, numa primeira fase, torna-se necessário fazer uma revisão da literatura, relacionada com a problemática em causa, para clarificar conceitos e adotar métodos. A partir da revisão bibliográfica, determinou-se um conjunto de argumentos a testar e identificaram-se as variáveis e as medidas a tomar para testar esses argumentos. Para testar os argumentos, recorreu-se a uma metodologia de investigação mista: Primeiro, através de observação e análise das campanhas publicitárias de angariação de novos alunos, realizadas anteriormente pelo IPCB, na intenção de avaliar a relação entre imagem e texto. Segundo, através de questionário pretendeu-se a realização de uma auditoria de imagem à presidência, deste instituto. Tudo isso com o objetivo de fundamentar a relação existente entre texto e imagem na publicidade institucional, e quais os valores da marca IPCB presentes na comunidade académica. A análise dos dados resultantes desta metodologia de investigação será qualitativa e poderá resultar num conjunto de diretrizes não fechadas, para que, em futuras campanhas publicitárias, a aplicação da marca IPCB seja feita com maior eficácia, valorizando e solidificando a Imagem institucional. Pretende-se que esta investigação tenha uma aplicabilidade prática na campanha de captação de novos alunos para os cursos do IPCB, nos anos lectivos de 2013/2016. Contribuirá, certamente, para a consolidação da postura institucional no exterior já que, com maior sucesso, se poderão definir linhas estratégicas e determinar objetivos a cumprir, promovendo-se, com isso, uma postura de excelência relativamente à concorrência.