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Dissertação
O envelhecimento da população é atualmente uma realidade inquestionável, é necessário que os idosos tenham uma aprendizagem ao longo da vida, resultando numa melhoria dos conhecimentos, aptidões e competências. As Universidades Seniores são um lugar privilegiado na educação não formal deste grupo etário. Assim sendo, este artigo tem como principal objetivo identificar o potencial educativo das redes sociais como ferramentas da Web 2.0 no processo de aprendizagem ao longo da vida. Baseia-se numa investigação realizada na Universidade sénior Albicastrense (USALBI) em que se recorreu a uma observação não participante de 13 alunos numa turma de informática no ano letivo 2010/2011, tendo em conta a sua vivência na aprendizagem do Facebook. Os resultados alcançados, permitiram constatar que as potencialidades das TIC e os recursos disponíveis na Web 2.0, nomeadamente o Facebook, contribuem como um complemento útil na aprendizagem ao longo da vida e favorecem a infoinclusão destes cidadãos idosos.
A presente comunicação insere-se no âmbito de um estudo de caso de natureza qualitativa, realizado numa turma de informática da Universidade Sénior Albicastrense (USALBI) durante o ano letivo 2010/2011, com o objetivo de compreender o contributo do Facebook na promoção do envelhecimento ativo. Genericamente, este estudo consistiu na observação não participante dos idosos da turma de informática, na realização de entrevistas semiestruturadas aos idosos e á professora de informática e também na aplicação de uma grelha de exploração cronológica baseada nas funcionalidades do Facebook. Os resultados deste estudo permitiram constatar que o Facebook é uma rede social digital extensível a todas as idades, é uma ferramenta digital que promove a socialização, combate o isolamento, contribuindo igualmente para uma aprendizagem ao longo da vida, permitindo criar condições para que os idosos possam ter um mais adequado envelhecimento ativo.
A presente comunicação insere-se no âmbito de um estudo de caso de natureza qualitativa, realizado numa turma de informática da Universidade Sénior Albicastrense (USALBI), durante o ano letivo 2010/2011, com o objetivo de compreender a importância das TIC em geral, e do Facebook, em particular, na promoção do envelhecimento ativo e na qualidade de vida dos idosos. Tendo em conta a realidade atual em que os idosos se encontram inseridos, no grupo de cidadãos info-excluídos, surgiu o interesse em realizar este estudo, de modo a refletir acerca das políticas sociais para a promoção da infoinclusão destes cidadãos idosos. Atualmente as redes sociais digitais são uma ferramenta de comunicação utilizada por muitas pessoas pelo que os idosos não podem nem devem ficar excluídos. Neste âmbito, o Facebook é a maior rede social digital em todo o mundo, sendo importante investir na formação dos idosos de modo a poderem usufruir das potencialidades desta plataforma. Globalmente, esta investigação consistiu na observação não participante dos idosos da turma de informática, na realização de entrevistas semiestruturadas aos idosos e à professora de informática e também na aplicação de uma grelha de exploração cronológica baseada nas funcionalidades do Facebook. Os resultados deste estudo permitiram constatar que as TIC permitem um acesso rápido à informação, são um instrumento de atualização de conhecimentos e uma ferramenta utilizada por estes idosos para comunicar. Quanto ao Facebook, concluiu-se que é uma rede social digital extensível a todas as idades, promove a socialização, combate o isolamento, contribuindo para uma aprendizagem ao longo da vida, permitindo ainda dar resposta social positiva, para que os idosos possam ter um mais adequado envelhecimento ativo e uma melhoria significativa na sua qualidade de vida.
Atualmente Portugal, é um dos países mais envelhecidos da Europa representando as pessoas idosas 19% do total da população. Existe um vasto campo de investigação e reflexão sobre as políticas públicas para este setor, tendo em vista não só a resolução de problemas, mas também o desenvolvimento de políticas públicas de envelhecimento ativo num contexto de maior respeito da população idosa e segundo um novo paradigma de intervenção com maiores oportunidades de educação, participação social e bem-estar. Neste contexto, surge este projeto de investigação de doutoramento em Política Social, que pretende identificar os fatores socioculturais que influenciam a escolha na aprendizagem das Tecnologias de Informação e comunicação (TIC), no âmbito em que se inscreve a formação ao longo da vida. O envelhecimento é consequência da nossa base filogenética, da nossa hereditariedade, do meio físico, social, cultural, político, económico e tecnológico de uma sociedade. Porém, observa-se uma grande heterogeneidade entre as pessoas, ao nível do seu processo de envelhecimento, e a própria dimensão do envelhecimento da população mundial desencadeia uma consciência inquietante da necessidade de se intervir junto da população, colocando o envelhecimento como macrotendência e como problema social que a sociedade e o Estado têm de enfrentar nos próximos anos. A Sociedade da Informação e do Conhecimento, definiu novas possibilidades e limites para as pessoas idosas, com a introdução das TIC mudou de acesso à produção de conhecimento. A utilização do computador e da Internet tornou-se, não só num imperativo dos sistemas ensino-aprendizagem, como condição de inclusão de todos os cidadãos. A formação ao longo da vida ou aprendizagem ao longo da vida (ALV) em combinação com as abordagens propostas pelas políticas de educação de adultos podem ser ampliadas e mais bem-sucedidas através de um contexto digital com as TIC. Todos estes desafios não podem ser enfrentados apenas pelo Estado Social, exigindo uma ressocialização das sociedades civis, sendo necessário investir em políticas públicas de educação mais ativas no campo da qualificação do capital humano, e promover ações de empowerment, que intensifiquem a capacitação resiliente da população idosa.
O impulso à crescente integração das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na educação conheceu um significativo recrudescimento por ocasião da emergência e popularização da noção da Sociedade da Informação e do Conhecimento. Atendendo às novas realidades sociais, resultantes do envelhecimento da população é estimulante o debate e a subsequente ação política para definição de políticas públicas destinadas à rápida adequação multidimensional desta problemática e à nova forma de organização social. Atualmente a resolução de problemas num contexto de maior respeito pelos direitos da população sénior é fundamental, tendo em conta um novo paradigma de intervenção com maiores oportunidades de formação ao longo da vida, participação social e melhor qualidade de vida para estes cidadãos. Neste contexto, surge este estudo, que se insere num projeto de investigação., que tem como objetivo geral identificar os fatores socioculturais que influenciam e condicionam a escolha na aprendizagem das TIC, em populações 50+ e conhecer os impactos no bem-estar destas populações ao longo do processo de envelhecimento. Os resultados obtidos poderão sensibilizar a sociedade civil para a importância da aprendizagem ao longo da vida em geral e para a aprendizagem das TIC em particular.
O presente artigo insere-se no âmbito do «estado da arte» que está a ser realizada numa investigação de Doutoramento relacionada com os fatores socioculturais que influenciam a aprendizagem das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC), nomeadamente o computador e a Internet cm populações com 50 ou mais anos de idade e os impactos no bem-estar ao longo do processo de envelhecimento. Neste sentido, torna-se importante que se promovam estratégias que contribuam para o envelhecimento ativo c para o bem-estar dos seniores no contexto de aprendizagem das TIC. O problema da infoexclusão tem constituído uma preocupação que envolve todos os cidadãos. Urge refletir e alertar para a necessidade de se desenvolverem medidas práticas para que os seniores passem a ter mais oportunidades educacionais que facilitem a sua infoinclusão de modo a adquirirem competências digitais que lhes permitem utilizar as TIC no sentido de poderem incrementar o seu bem-estar.
O presente artigo visa abordar uma investigação de doutoramento realizada nas universidades seniores do distrito de Castelo Branco no ano letivo 2013/2014, que teve como principal objetivo identificar os fatores socioculturais que influenciam e condicionam a opção pela aprendizagem das TIC e conhecer os impactos desta aprendizagem no Bem-estar (mental e social) ao longo do processo de envelhecimento. Os dados foram recolhidos em 5 universidades seniores deste distrito através de um inquérito por questionário que envolveu 374 cidadãos (50 + anos) e de entrevistas a 5 Diretores, 5 Professores de TIC e 10 Participantes que já frequentaram uma formação em TIC nas respetivas universidades seniores. Os resultados permitiram verificar que a necessidade de comunicação, o combate ao isolamento são os principais fatores socioculturais que influenciaram a aprendizagem das TIC nestes participantes. O exercício da memória e das aptidões intelectuais, a participação e inclusão na sociedade digital e a diminuição da solidão foram os impactos no «Bem-estar mental» e no «Bem-estar social» mais evidenciados
Este artigo apresenta uma investigação realizada com cidadãos seniores e suas interações com a rede social digital Facebook. O objetivo principal foi compreender o contributo do Facebook na promoção do envelhecimento ativo. É um estudo de caso de natureza qualitativa realizado numa turma de informática de uma universidade da terceira idade de Castelo Branco (Portugal), em que participou um grupo de 13 seniores. Os resultados evidenciaram que o Facebook é utilizado para comunicar, combater a solidão e como forma de aprendizagem ao longo da Vida.
A atual sociedade do conhecimento é também uma sociedade do envelhecimento. As Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC), em particular o computador e Internet, e envelhecimento da população são duas tendências sociais que merecem ser analisadas. Em Portugal, os seniores apresentam um elevado índice de solidão, isolamento social e exclusão digital. Tal afastamento das TIC constitui uma grande desvantagem para esta faixa etária. É necessário refletir sobre as possíveis razões que poderão manter o cidadão sénior afastado das TIC, perceber como decorre a sua aproximação, que tipo de uso fazem e os impactos no seu bem-estar mental e social de forma a implementar políticas de educação com vista à inclusão digital dos seniores.