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Dissertação apresentada ao Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Animação Artística.
Dissertação apresentada ao Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Animação Artística.
Erosäo, conservaçäo e recuperaçäo do solo
Erosäo, conservaçäo e recuperaçäo do solo
Estudo adjudicado pela NERCAB (Associação Empresarial Região de Castelo Branco). A responsabilidade técnica e científica do estudo, decorrente da subcontratação parcial de serviços, pertence aos CES da Universidade da Beira Interior, ao CEDER do Instituto Politécnico de Castelo Branco e à Empresa Espaço e Desenvolvimento.
Entender os processos de desenvolvimento local implica identificar a diversidade de situações e potencialidades que se podem associar às iniciativas de raiz local. Neste artigo, argumenta-se que as políticas culturais autárquicas devem revestir um claro figurino territorialista, ou endógeno, porque só assim poderão constituir-se como verdadeiros instrumentos de valorização dos ativos locais e de qualificação das comunidades. Face a alguns dos mais pertinentes desafios existentes no contexto português de desenvolvimento local, serão enunciados dez princípios orientadores básicos a que uma política cultural municipal, de matriz endógena, precisa de responder eficazmente, bem como as principais características que lhes devem transmitir forma e conteúdo.
O presente trabalho debruça-se sobre a análise de um conjunto de empresas inseridas em atividades não assentes na exploração de recursos naturais endógenos, nomeadamente, uma relativa a investimento direto alemão em Oleiros (a Steiff, que fabrica brinquedos de peluche) e em Proença-a-Nova (a Paratec, que produz para-quedas), bem como uma empresa, de iniciativa local, a Pirotecnia Oleirense, localizada, como se depreende, no concelho de Oleiros. O objetivo do estudo passou por compreender um fenómenos que parece transversal aos territórios periféricos onde, não raramente, surgem investimentos excêntricos ao próprio perfil local e regional de especialização produtiva.
Estudo adjudicado pela NERCAB (Associação Empresarial Região de Castelo Branco). A responsabilidade técnica e científica do estudo, decorrente da subcontratação parcial de serviços, pertence aos CES da Universidade da Beira Interior, ao CEDER do Instituto Politécnico de Castelo Branco e à Empresa Espaço e Desenvolvimento.
A responsabilidade social é ainda um conceito difícil de delimitar porque é essencialmente dinâmico e variável. Por um lado, as responsabilidades sociais e as dinâmicas empresariais evoluem com o tempo. Por outro lado, a sua intrínseca relação com o conceito de sustentabilidade, torna o seu corpus teórico mais rico mas, paralelamente, levanta questões de natureza operacional que estão ainda por ultrapassar. Neste artigo, num primeiro momento, aborda-se, de forma sucinta, a noção de responsabilidade social corporativa, apontando as principais dimensões que estruturam o conceito; analisa-se, de seguida, um tema que lhe está intimamente associado, como é o do desenvolvimento sustentável, sublinhando quer as ambiguidades conceptuais que lhe subjazem quer as pontes de intersecção entre ambos os conceitos; finalmente, depois de enquadrar a problemática do desenvolvimento de base territorialista ou endógeno, argumenta-se que a responsabilidade empresarial sustentável compagina um instrumento por excelência de dinamização dos processos de desenvolvimento local.
Este estudo realizou-se no período de 18 de Outubro de 1999 a 4 de Julho de 2000.
Como instrumento fundamental do desenvolvimento regional, no quadro sócio-económico em vigor, as actividades de I &D e a imediata ligação às necessidades do tecido das empresas não podem ser menosprezadas num país onde as assimetrias regionais de desenvolvimento são evidentes. Contrariamente ao que se passa noutros países da União Europeia , onde as estratégias de desenvolvimento regional fazem apelo sistemático à inovação tecnologica, através do aumento dos recursos de I&D e da fertilização cruzada inter-institucional, tendo em vista a modernização e diversificação do tecido produtivo, em Portugal a situação é oposta; estes instrumentos poderão gerar crescentes desequilíbrios, em vez de os corrigir.
Nesta comunicação são abordados os principais desafios que a economia do conhecimento coloca, actualmente, aos territórios e analisadas as diferentes abordagens teóricas que, no quadro da chamada economia territorial de inovação, vêm analisando esses fenómenos. São, também, perspectivados as principais barreiras que, em Portugal, têm vindo a obstar a uma trajectória de inserção mais competitiva na economia-mundo, quer do sector público, quer do sector privado. Uma particular atenção é prestada aos mecanismos de aprendizagem colectiva e de geração de factores de inovação, sublinhando, igualmente, alguns equívocos que permanecem nestas matérias. Por último, são aventadas algumas sugestões para a elaboração de um roteiro de intervenção de medidas de políticas que possam tornar os territórios mais apetrechados para desenvolverem estratégias qualificantes baseadas na diferenciação e na inovação.
Entender os processos de desenvolvimento local implica identificar a diversidade de situações e potencialidades que se podem associar às iniciativas de raiz local. Nesse sentido, serão analisados os modelos territorialista e funcionalista de desenvolvimento local, tipificando as diferentes dimensões que caracterizam cada um desses paradigmas de desenvolvimento territorial e apontando as relações existentes com os modelos de intervenção cultural. Argumenta-se, seguidamente, que os projectos de animação cultural devem revestir um claro figurino territorialista, ou endógeno, porque só assim poderão constituir-se como verdadeiros instrumentos de valorização dos activos locais e de qualificação das comunidades. Nesse sentido, na perspectiva de animação cultural, o modelo de intervenção cultural de cidadania filia claramente, como se argumenta, na abordagem territorialista de desenvolvimento local e regional. Finalmente, serão apontados alguns desafios críticos a que um projecto de animação cultural precisa responder, bem como as principais características que lhe devem transmitir forma e conteúdo.
O presente artigo analisa as dimensões territoriais dos processos de inovação no quadro do sector têxtil-confecções do Arco Urbano do Centro Interior. A primeira parte do artigo sustenta que o papel dos mecanismos territoriais de aprendizagem é de importância estratégica na promoção do potencial regional de inovação. As investigação no âmbito das políticas regionais contemporâneas permitem argumentar que a competitividade empresarial e territorial de longo-prazo tem menos a ver com a tradicional optimização na alocação dos factores e a eficiência de custos, e mais com o alargamento da respectiva base cognitiva. Os resultados empíricos são demonstrativos da incipiente base interactiva entre os actores que corporizam o sistema regional de inovação, uma situação que se traduz na debilidade dos laços de territorialização das dinâmicas de inovação prevalecentes nas empresas têxteis e de confecções inquiridas. Os empresários confundem estratégias de modernização com estratégias de inovação e, neste quadro, o perfil inovador prevalecente é de padrão imitativo, incremental e estimulado exogenamente.
Nesta comunicação pretendemos realizar uma abordagem sobre a evolução das políticas consagradas ao fomento da inovação, enquadrando-as historicamente no contexto de uma progressiva maturação e transformação quer das políticas científicas, quer das políticas tecnológicas precedentes. O nosso quadro argumentativo vai no sentido de sustentar que a actual política de inovação se projecta numa cada vez mais importante dimensão regional e, convergentemente, a moderna política regional envolve, também, vectores associados ao fomento das dinâmicas de inovação, de tal modo que, no plano operacional, e mesmo ao nível do respectivo enquadramento conceptual, existe uma clara tendência de aproximação e, até, por vezes, de fusão, entre estas duas políticas de animação económica que valorizam, sobretudo, o chamado software do desenvolvimento.
A intervenção no campo cultural a nível municipal em Portugal é, ainda, uma atividade em estruturação, com uma significativa dimensão experimentalista, a que, não raras vezes, está associado um défice de reflexão teórica e analítica. Neste artigo, sustenta-se que as políticas culturais autárquicas devem revestir um claro figurino territorialista, ou endógeno, porque só assim poderão constituir-se como verdadeiros instrumentos de valorização dos ativos locais e de qualificação das comunidades. Face a alguns dos mais pertinentes desafios existentes no contexto português de desenvolvimento local, serão enunciados dez princípios orientadores básicos a que uma política cultural municipal, de matriz endógena, precisa de responder eficazmente, bem como as principais características que lhe devem transmitir forma e conteúdo.
Esta comunicação resulta de um projecto conduzido em Portugal no âmbito do Programa Operacional do Emprego e Formação Social. Nele são analisadas as dinâmicas de reestruturação produtiva em três sectores tradicionais de industrialização em Portugal: o agro-alimentar, no Norte Alentejo, o têxtil-confecções, no Arco Urbano do Centro Interior (Castelo Branco, Fundão, Covilhã) e o cerâmico, na região do Oeste.
Até há cerca de duas décadas um vocábulo praticamente inexistente no quotidiano português, o empreendedorismo, penetrou as agendas políticas, empresariais, mediáticas e mesmo académicas aos mais diversos níveis. Tornou-se quase uma panaceia, uma cura para todos os males. Não existe debate onde não seja aventado quase como mezinha para resolver os problemas estruturais de desenvolvimento, os agentes empresariais usam-no profusamente e os políticos parecem adotá-lo como emblema dos seus discursos e dos seus programas eleitorais. O interesse pelo empreendedorismo conheceu uma verdadeira explosão nos últimos anos.
Erosäo, conservaçäo e recuperaçäo do solo
Trabalho de Projeto apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Gerontologia Social.
A temática da inovação é, hoje em dia, um tema central tanto nas modernas teorias de desenvolvimento como na promoção turística. A inovação, definida em sentido lato para incluir upgrading ao nível do produto e do processo mas também rearranjos organizacionais e institucionais, é vital para a capacidade das regiões e empresas obterem vantagens competitivas. Na última década tem-se verificado uma mudança para a compreensão do processo de inovação como um mecanismo socialmente construído, baseado na acumulação de conhecimento (codificado ou tácito) através de uma via de aprendizagem contínua e interactiva. A competitividade territorial e empresarial tem que lidar, hoje mais do que nunca, com a criação de conhecimento e com o desenvolvimento de capacidades localizadas que permitam promover processos de aprendizagem. Neste sentido, a dinâmica da inovação é baseada em recursos que são específicos ao nível local; assim redes regionais de inovação e produção são , crescentemente, os instrumentos privilegiados para cultivar e recriar conhecimento ao nível global. Um dos sectores económicos que se encontra em crescimento rápido é a indústria do turismo. Este artigo procura analisar a relação entre a dinâmica industrial no sector turístico e as teorias de inovação ao nível regional considerando um território específico português (a região da Cova da Beira) com dificuldades de desenvolvimento. Uma particular atenção será dada às características empresariais e institucionais em áreas periféricas, de baixa densidade, que possuem vantagens comparativas no Turismo. Aparentemente, a promoção de sistemas regionais de inovação aplicados ao turismo numa base territorial e no que diz respeito a áreas periféricas parece ser uma estratégia fundamental e coerente para enfrentar os grandes desafios de desenvolvimento actuais,uma vez que a competitividade e sustentabilidade a longo prazo tem menos a ver com a relação custo-eficiência e mais a ver com a capacidade empresarial e institucional para inovar, isto é, para melhorar as condições base de conhecimento.
The subject on innovation is nowadays central either to modern theories of regional development, either to the promotion of the tourimsm industry. Innovation, broadly defined to include not only product or process upgrading but primarily organizational and institutional rearrangements, is vital for regions and enterprises to obtain competitive advantages. During the last decade there has been a shift towards the understanding of the innovation process as a socially constructed mechanism based on the accumulation of knowledge (codified or tacit) through a continuous and interactive learning course. Territorial and firm competitiveness have, nowadays more than ever before, to deal with knowledge creation and with the development of localized capabilities able to promote learning processes. In this sense, the innovation dynamics is based on resources that are place-specific; so, regionally based complexes of innovation and production are increasingly the privileged instruments to harness and recreate knowledge and intelligence across the globe. One the fastest growing economic sector is nowadays the tourism activities. The purpose of the current paper is to provide, for one side, a critical state-of-the-art review of current research on innovation, either at territorial level, either whithin the tourism sector; for the other side the paper also aims to analyse the relation between entrepreneurial dynamics on the tourism sector and regional innovation theories, in a specific portuguese territory (the Cova da Beira region) with development difficulties. A special attention will be put on the firm and institutional characteristics of low density peripheral areas that have comparative advantages on tourism. Arguably, the promotion of territorially embedded tourist regional innovation systems in peripheral areas seems a fundamental and coherent strategy to face contemporary regional development challenges, as long-term regional competitiveness and sustainability has less to do with cost-efficiency and more to do with the ability of firms and institutions to innovate, i.e. to improve their knowledge base.
Recent approaches to the study on innovations enhance some similar aspects of the innovation process in knowledge-based economies: (i) the systemic and interrelated nature of innovation and (ii) its geographic and inter-economic activities density of networking.One perspective is linked to the innovation systems approach at the national, regional and local level. What we know so far is that most specialized forms of knowledge are becoming a short lived resource, in face of the (increasingly) fast changes that are ocurring in the global economy; it's the ability to learn permanently and to adapt to this fast changing scenario that determines the innovative performance of firms, regions and countries. Another approach is to be found in the research on cluster development, where proximity and interrelated technical/technological linkage are the main features to take under consideration. Althought these two approaches operate at slightly different spatial scale of analysis, they both allow the identification of a set of key factors that contribute to understand the way in which institutions and actors, considering the innovation system or the cluster process, participate in the innovation atmosphere and in the economic growth. Nevertheless, both approaches show the same limitation: they tend to focalise into the descriptive and analytical level, disregarding the explanatory level. Local and regional authorities are, mainly, interested in the process of cluster intensificiation in the local and regional economies context. These features stess out one other controversy level: are the "hard" location factors (the concrete tangible location factors) more important than the "soft" location factors (qualitative, intangible factor) or vice-versa? This paper aims to explore the current knowledge about this process and to open some fields of future research.
A temática relacionada com a inovação é uma temática central nas modernas teorias de desenvolvimento regional e na promoção da indústria turística. A inovação, considerando o upgrading ao nível do produto e processo e rearranjos organizacionais e institucionais, é vital para a capacidade das regiões e empresas obterem vantagens competitivas. Recentemente tem-se verificado uma mudança para a compreensão do processo de inovação como um mecanismo socialmente construído, baseado na acumulação de conhecimento, através de uma via de aprendizagem contínua e interactiva. A competitividade territorial e empresarial tem que lidar com a criação de conhecimento e com o desenvolvimento de capacidades localizadas que permitam promover processos de aprendizagem. Assim, a dinâmica da inovação é baseada em recursos que são específicos ao nível local a partir de redes regionais de inovação e produção, tornando-se estes os instrumentos privilegiados para cultivar e recriar conhecimento ao nível global. Um dos sectores económicos que se encontra em crescimento rápido é a indústria do turismo. Este artigo procura analisar a relação entre a dinâmica empresarial no sector turístico, as teorias de inovação ao nível regional e os desafios que se colocam neste quadro geral. Uma atenção particular será prestada às características empresariais e institucionais em áreas periféricas cuja mais valia é a dotação de vantagens comparativas no Turismo. A promoção de sistemas regionais de inovação aplicados ao turismo numa base territorial e no que diz respeito a áreas periféricas parece ser uma estratégia fundamental e coerente para enfrentar os grandes desafios de desenvolvimento actuais, uma vez que a competitividade e sustentabilidade a longo prazo tem menos a ver com a relação custo-eficiência e mais a ver com a capacidade empresarial e institucional para inovar, isto é, para melhorar as condições base de conhecimento.
Entendido, atualmente, como um quarto pilar da esfera de atuação da academia, a promoção do empreendedorismo tem sido prosseguida, em diferentes contextos institucionais, de modos também diversos, havendo já uma vasta literatura da especialidade sobre esta matéria. O artigo parte da abordagem que os desafios da moderna sociedade e economia do conhecimento colocam às instituições de ensino superior, apoiando se no conceito de universidade empreendedora como quadro de referência analítico para o estudo de caso que é apresentado. A análise empírica centra se nas respostas que, a diversos níveis, o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), vem dando, desde há cerca de uma década, a este novo desafio que é colocado às instituições de ensino superior. Uma particular atenção é prestada ao Poliempreende, um concurso de projetos de vocação empresarial que teve génese, precisamente, no IPCB e que, atualmente, adquiriu uma expressão nacional. A esse propósito são analisadas algumas das principais questões que essa aposta originou no seio da academia, nomeadamente em termos organizacionais e de participação docente e discente. Face a esse trajeto e à experiência adquirida, o artigo conclui com uma série de sugestões relativas a possíveis linhas de intervenção de maior nível de eficácia na promoção do empreendedorismo de génese académica.
A promoção do empreendedorismo penetrou as agendas políticas ao diversos níveis, desde o europeu, onde a Comissão Europeia, fez dele um dos principais vectores de reforço da competitividade, até ao nacional e local, onde se vêm afirmando, cada vez mais, políticas que visam premiar a iniciativa empresarial, a inovação e a criação de riqueza. Não existe debate onde não seja aventado quase como panaceia para resolver os problemas estruturais de desenvolvimento, os agentes empresariais usam-no profusamente e os políticos parecem adoptá-lo como emblema dos seus discursos e dos seus programas eleitorais. O interesse pelo empreendedorismo tem conhecido uma verdadeira explosão nos últimos anos. A sua importância no campo da dinamização socioeconómica e da criação de novas fileiras de actividades tornou-se inquestionável.
Desenvolvimento regional
Dissertação apresentado à Universidade Técnica de Lisboa para a obtenção do grau de Mestre em Planeamento Regional e Urbano.
Dissertaçäo de Mestrado em Planeamento Regional
Política regional
Desenvolvimento regional
Dissertaçäo apresentada à universidade de Aveiro para cumprimento dos requisitos necessários à obtençäo do grau de Doutor em Ciências Aplicadas ao Ambiente
Dissertação de Mestrado em Planeamento Regional, apresentado à Universidade Técnica de Lisboa
Dissertação apresentado à Universidade Técnica de Lisboa para a obtenção do grau de Mestre em Planeamento Regional e Urbano.
Dissertaçäo apresentada à universidade de Aveiro para cumprimento dos requisitos necessários à obtençäo do grau de Doutor em Ciências Aplicadas ao Ambiente