Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

You search for caracterização and 1,345 records were found.

Relatório do Trabalho de Fim de Curso de Engenharia de Ordenamento dos Recursos Naturais apresentado à Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.
Disponível na Biblioteca da ESACB na cota C30-14934TFCPAN.
Relatório do Trabalho de Fim de Curso de Engenharia das Ciências Agrárias – Ramo Agrícola.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Licenciado em Enfermagem Veterinária.
Disponível na Biblioteca da ESACB na cota C30-18255TFCPAG.
Relatório do Trabalho de Fim de Curso de Engenharia das Ciências Agrárias – Ramo Agrícola.
Relatório de Estágio do curso de Engenharia de Produção Animal, apresentado à Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.
Disponível na Biblioteca da ESACB na cota C30-18617TFCMA.
Relatório do Trabalho de Fim de Curso em Engenharia Florestal apresentado à Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco, do qual só está disponível o resumo.
Relatório do Trabalho de Fim de Curso de Engenharia Florestal.
Disponível na Biblioteca da ESACB na cota C30-24150TFCERA.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Licenciado em Enfermagem Veterinária.
Organizaçäo, administraçäo e gestäo de empresas ou exploraçöes agrícolas
Relatório do Trabalho de Fim de Curso de Produçäo Florestal, class. 18 valores
INTRODUÇÃO: A população portuguesa está cada vez mais envelhecida, sendo a fragilidade, um conceito importante a conhecer. Entende-se como fragilidade um estado dinâmico que afecta um indivíduo originando alterações em um ou mais campos do funcionamento humano, determinado por uma série de variáveis. Na perspetiva de um envelhecimento positivo importa prevenir as consequências resultantes do acentuar do estado de fragilidade, de forma a minimizar os impactos em termos familiares, sociais e económicos. Os profissionais que trabalham com esta população necessitam de instrumentos de medidas validados para a língua portuguesa para que se possam fazer avaliações dos indivíduos, mais credíveis e quantificáveis. Sendo o conceito de “fragilidade” relativamente recente, não existem instrumentos adequados para o seu estudo. OBJECTIVOS: Avaliar se o processo de validação intercultural da Edmonton Frail Scale (EFS) para a língua portuguesa está adequado à população idosa portuguesa através da análise das características psicométricas (validade e fiabilidade). DESENVOLVIMENTO/MÉTODO: Este estudo decorreu em três momentos de avaliação. Em T0 foram aplicados 4 questionários (questionário de dados de caracterização e informação sócio-demográfica, Edmonton Frail Scale (EFS), Functional Status Questionnaire (FSQ) e 12- item Short Form Health Survey (SF-12)) e ainda o consentimento informado, às 60 pessoas idosas. Passadas 48h-96h, foi apenas aplicada a EFS (T1). Finalmente, com intervalo de 4 semanas de T0 foi aplicada a EFS e o questionário de dados de caracterização e informação sócio-demográfica (T2). CONCLUSÃO: A versão portuguesa da EFS, neste estudo demonstrou características psicométricas comparáveis a outras versões da EFS, para pessoas idosas. Uma vez que não foi aplicado nenhum protocolo específico que especulasse mudanças estatisticamente significativas, os valores obtidos, nomeadamente no poder de resposta foram bastante fracos (0,16), assim como na validade de construção (-0,66>r>-0,23). A conciliação do uso desta escala com outras escalas pode ser uma mais-valia, em termos de avaliação destas mudanças.
Relatório Final do Mestrado em Gestão Agro-Ambiental de Solos e Resíduos apresentado na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.
Comunicação realizada no XVII Congresso Ibero-Latino Americano del Asfalto que decorreu de 17 a 22 de novembro na Antigua Guatemala.
O principal objetivo da investigação apresentada é a caracterização do comportamento não linear de ligações metálicas entre vigas de perfil I e colunas tubulares com perfis U de secção soldada invertidos. Neste artigo é apresentada uma comparação entre os resultados do modelo experimental e da modelação numérica por elementos finitos, permitindo a validação do modelo e a caracterização do comportamento das principais componentes do perfil em U da ligação, nomeadamente, as associadas ao painel da alma em flexão e aos painéis dos banzos em corte, compressão e tração. Os resultados deste estudo são apresentados em termos de resistência, rigidez e capacidade de rotação da ligação. No programa de ensaios experimentais as características do comportamento não-linear das componentes do perfil são avaliadas por meio de ensaios de flexão, monotónicos e cíclicos. Os modelos numéricos foram desenvolvidos no programa de elementos finitos LUSAS, sendo calibrados com os resultados dos ensaios experimentais.
Disponível na Biblioteca da ESACB na cota C30-15977TFCPF.
A presente tese teve como principal objectivo ir ao encontro das recomendações propostas nos vários relatórios da Comissão de Especialistas D214 do ERRI, nomeadamente a necessidade da realização e interpretação de ensaios experimentais e de medições em condições normais de serviço a fim de confrontar e validar os resultados de aplicação das diferentes metodologias e averiguar os efeitos que influenciam o comportamento dinâmico de pontes de pequeno e médio vão. As pontes ferroviárias, com vãos inferiores a 40 m, para o tráfego de alta velocidade com velocidades superiores a 200 km/h são estruturas muito sensíveis aos efeitos dinâmicos, para melhor compreensão do comportamento dinâmico deste tipo de estruturas inicialmente são apresentados alguns parâmetros que o influenciam. A realização de uma campanha de medições em vários viadutos ferroviários de pequeno e médio vão permitiu a identificação dos parâmetros modais das estruturas, frequências próprias e amortecimentos, bem como a medição de acelerações verticais no tabuleiro das pontes quando sujeitas à passagem do tráfego real. Numa avaliação numérica preliminar verificou-se que num número significativo de estruturas, a aceleração vertical máxima do tabuleiro ultrapassava o valor limite de 0,35g chegando a alcançar os 20 m/s2. A caracterização modal dos viadutos, os modos de vibração, frequências próprias e amortecimentos permitiram o desenvolvimento de modelos de elementos finitos cujos comportamentos foram validados com a comparação das respostas de acelerações verticais obtidas nas medições. Os modelos de elementos finitos incluem uma série de factores que condicionam o seu comportamento, tais como as condições de fronteira dos tabuleiros, a continuidade do carril sobre os apoios, a distribuição longitudinal na via das forças verticais dos eixos dos comboios. Na modelação da via férrea sobre a estrutura três modelos dinâmicos foram utilizados, modelos que resultam de investigações efectuadas quer no domínio do comportamento da via, do comportamento dos veículos que sobre ela circulam e da ponte que lhe serve de apoio. Diferentes metodologias foram utilizadas para o cálculo das respostas das pontes, numéricas e simplificadas. As metodologias numéricas compreendem a aplicação das forças rolantes e a interacção entre o veículo e a ponte, algoritmo de contacto. Para ambas as metodologias é descrita a sua implementação e validação no software ADINA. Vários algoritmos de integração passo a passo foram aplicados, o método da Sobreposição Modal, o método de Newmark e o método de Wilson-θ. As metodologias simplificadas, os métodos da Decomposição da Excitação em Ressonância (DER) e da Linha de Influência Residual ou Virtual (LIR ou LIV), também foram expostas e implementadas de forma a comparar os seus resultados com os derivados da aplicação dos métodos de integração passo a passo. Com base no modelo de elementos finitos desenvolvido veículo/via férrea/ponte procurou-se também averiguar a influência das irregularidades da via no comportamento dinâmico de pontes de médio vão. Considerou-se dois tipos de irregularidades: a irregularidade isolada posicionada a meio vão da ponte, simulação de uma má compactação do balastro; e a irregularidade aleatória contínua, posicionada em toda a extensão do carril. A avaliação dos efeitos derivados da consideração de irregularidades aleatórias na via férrea é efectuada recorrendo à técnica de Monte-Carlo, em que diversos perfis de irregularidades são utilizados, gerados a partir de funções densidade espectral de potência de irregularidades da via férrea correspondentes às diversas classes de qualidade da via. As respostas máximas da ponte com as diferentes irregularidades foram determinadas, bem como as respostas dos veículos, as forças de contacto entre a roda e o carril e as acelerações verticais na massa vibrante do balastro da via.
O medronheiro é abundante de norte a sul de Portugal e tem um grande potencial económico e ambiental é, no entanto, uma espécie ainda pouco conhecida do ponto de vista ecológico, genético e cultural. É um arbusto ou árvore pequena, autóctone, tolerante ao stresse hídrico, a solos de baixa fertilidade e com uma resistência ativa a incêndios florestais. O medronho é utilizado na produção de aguardente, a principal fonte de rendimento, e o seu consumo em fresco, com potencial antioxidante, representa uma nova oportunidade. A planta pode ainda ser utilizada na indústria farmacêutica, pois apresenta propriedades antissépticas e diuréticas. Esta espécie surge, habitualmente, sob a forma de matagais em vertentes e barrancos, originando os chamados medronhais. No entanto, ocorre também associado a azinhais e sobreirais e, mais raramente, a pinhais. É pouco exigente em termos de solos, por isso, aparece espontaneamente em diversos tipos de solos, incluindo áreas rochosas.A Escola Superior Agrária de Castelo Branco (ESACB) participa no Projeto ARBUTUS (PTDC/AGR-FOR/3746/2012: Melhoramento das plantas e da qualidade dos produtos de Arbutus unedo L. para o sector agroflorestal) com outras instituições, a Universidade de Coimbra, a Escola Superior Agrária de Coimbra e o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, no âmbito do qual se iniciaram estudos que têm como objetivo final fornecer aos produtores plantas de qualidade para serem exploradas em termos agrícolas, industriais e mesmo medicinais. O projeto teve início com seleção e caracterização de plantas boas produtoras de fruto, junto dos proprietários, com a colaboração da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro e associações de produtores florestais. Em simultâneo, foram recolhidas amostras de plantas em quinze medronhais representativos da espécie no país, para avaliar a diversidade genética da espécie no território nacional. Como não existem muitos estudos que relacionam os fatores ecológicos com os padrões de diversidade genética desta espécie, a equipa da ESACB efetuou uma caracterização biofísica e ecológica dos medronhais estudados. Foram criados núcleos agregando as árvores amostradas em cada povoamento, com recurso a um Sistema de Informação Geográfica. Caracterizaram-se, para os 15 núcleos, vários parâmetros, designadamente o relevo, o solo, o histórico de incêndios, a vegetação atual e potencial associada aos povoamentos. Paralelamente foi realizada uma caracterização bioclimática. A análise destes fatores edafoclimáticos com recurso a ferramentas estatísticas permitiu perceber melhor o potencial ecológico desta espécie, sabendo quais os fatores ambientais que a influenciam em Portugal e, em particular, na região do Pinhal Interior. É importante referir, ainda, que a utilização do medronheiro tem ainda um forte impacto positivo na proteção e reabilitação dos solos, por se tratar de uma planta tolerante à falta de água e ao frio e com uma forte capacidade de regeneração, assumindo, por isso, um papel muito importante nas regiões assoladas frequentemente por incêndios, tal como sucede na região do Pinhal Interior.
Na região da Beira Interior o pessegueiro constitui-se como uma cultura com alguma tradição e com possibilidade de expansão, pelas favoráveis condições edafo-climáticas e socioeconómicas existentes, pelo conhecimento técnico associado ao seu cultivo e também pela procura dos seus frutos. O projeto +pêssego, financiado pelo PRODER, pretende contribuir para a valorização global da fileira através da atuação a nível de diversas práticas culturais e valorização do seu produto – o pêssego. O projeto compreende a avaliação e adoção de novas metodologias de produção de modo a sustentar a rentabilidade e preservação ambiental, compreendendo a instalação de 12 campos de observação instalados em explorações de produtores da região. Estes campos distribuem-se por ações ao nível da Manutenção do solo (1), Monda de flores (2), Monda de frutos (3), Gestão da rega (4), Fertilização racional (5), Caracterização da qualidade dos frutos e da oferta ao longo do ciclo (6) e caracterização económica da fileira. Neste projeto participam nove instituições quer ligadas aos produtores (Qta de Lamaçais, AAPIM e APPIZÊZERE), quer ao ensino (ESA-IPCB ISA e UBI), quer à prestação de serviços (CATAA, COTHN, INIAV), mas todos ligados a atividades de investigação.
Relatório de Estágio do curso de Produção Animal, apresentado à Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco.
Disponível na Biblioteca da ESACB na cota C30-18515TFCPF.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior Agrária de Castelo Branco do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Licenciado em Engenharia Biológica e Alimentar, do qual só está disponível o resumo.
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Licenciado em Engenharia do Ordenamento dos Recursos Naturais.
Relatório do trabalho de fim de curso de Produçäo Florestal, classif. 16 valores
Relatório do Trabalho de Fim de Curso de Engenhariade Ordenamento dos Recursos Naturais, class. 16 valores
Dissertação apresentada à Universidade de Coimbra para cumprimento dos requisitos necessário à obtenção de grau de Mestre em Química, na especialidade de Química Física
Dissertação apresentada à Universidade de Coimbra para cumprimento dos requisitos necessário à obtenção de grau de Mestre em Química, na especialidade de Química Física
Estão sujeitos a AIA, entre outros, os projectos enunciados no anexo II do Decreto-Lei n.º 197/2005. A alínea a) do n.º 2 enuncia a seguinte categoria de projectos:“Pedreiras, minas e céu aberto e extracção de turfa (não incluídos no anexo I), em áreas isoladas ou contínuas”. A mesma alínea indica que os projectos de pedreiras estão sujeitas a AIA quando apresentem uma área igual ou superior a 5 ha ou uma produção igual ou superior a 150 000 t/ano ou se, em conjunto com as outras unidades similares, num raio de 1 km, ultrapassarem os valores referidos, excepto se se situarem em “áreas sensíveis”, tal como definidas na alínea b) do artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 69/2000. Neste último caso todos os projectos de pedreiras estão sujeitos a avaliação do impacte ambiental. A Área de Exploração da Pedreira de Laje Valinhos localiza-se em área sensível, pois insere-se numa área protegida e, em simultâneo, num Sítio da Rede Natura 2000. A metodologia seguida para elaboração do EIA compreendeu as seguintes etapas: Realização de trabalho de campo e recolha de informação no local; Análise bibliográfica, de elementos do projecto e de legislação relevante; Tratamento da informação recolhida com vista à caracterização da situação actual do ambiente potencialmente afectado pelo projecto e à previsão da evolução do ambiente na ausência do projecto; Análise de impactes decorrentes do projecto e identificação de medidas de prevenção, redução ou compensação dos impactes negativos, bem como de planos de monitorização.
Relatório Final de Projecto, apresentado à Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco, para obtenção do Grau de Mestre em Gestão Agro-Ambiental de Solos e Resíduos.
Este estudo dá um visionamento histórico-educativo e assistencial da infância desprotegida, analisando a ‘imagem da criança’ na época contemporânea, mencionando as respostas e o papel dos reformadores sociais na implementação de medidas protectoras, as respostas jurídico-sociais e assistenciais por parte do Estado desde o começo do século XX, o controlo às problemáticas do trabalho infantil e a tipificação e caracterização dos estabelecimentos especiais de internamento reeducativo e assistencial no arco histórico abordado. O autor, em três pontos, dá um visionamento ao nível das políticas sócio-educativas, das medidas de protecção, preservação e assistência educativa à criança/infância desprotegida, abandonada e marginalizada na primeira metade do século XX. Essa análise permitirá compreender as circunstâncias em que apareceram muitos educadores sociais e distintas instituições de reeducação, acolhimento e de assistência àqueles colectivos moral e socialmente desprotegidos e excluídos da sociedade. É essencial recuperar memória da infância desprotegida social e moralmente na sociedade portuguesa e, em decorrência, lograrmos compreender melhor tudo o que (não) fizemos em cada época e contexto histórico.
Dissertação de Mestrado em Desenvolvimento de Software e Sistemas Interativos apresentada à Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Castelo Branco.
O projeto OTALEX C, cofinanciado pelo Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha Portugal (POCTEP), vem na sequência de uma série de projetos de cooperação transfronteiriça cujo objetivo principal tem sido a permuta de informação sobre estes territórios numa perspetiva de planeamento e gestão territorial concertados entre as administrações locais, regionais e nacionais dos dois países. Neste contexto criou-se em 2007 a primeira Infraestrutura de Dados Espaciais transfronteiriça entre Portugal e Espanha, a IDE-OTALEX (www.ideotalex.eu), que constituiu o Observatório Territorial e Ambiental Alentejo e Extremadura, ao qual em 2011 se incorporou a região Centro de Portugal. Um dos trabalhos de base para a constituição da IDEOTALEX e para a criação de um sistema de indicadores para a monitorização do desenvolvimento nessa vasta área, que no total das três regiões abrange cerca de 92500 km2, foi o desenvolvimento de uma metodologia que permitisse a harmonização dos dados entre as diversas regiões e que ao mesmo tempo estivesse de acordo com a Diretiva INSPIRE. Esta metodologia assentou em dois pilares fundamentais: harmonização das bases cartográficas (sistemas de referência, escalas espacial e temporal) e harmonização de indicadores (definição semântica, caracterização de indicadores, expressão espacial, atualização).