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As infecções do tracto urinário (ITU) são muito prevalentes no ser humano, ocupando o segundo lugar, logo a seguir às infecções respiratórias. Os principais microrganismos envolvidos têm-se mantido relativamente constantes, ao longo dos tempos, sendo o seu tratamento, em muitos casos, realizado empiricamente, recorrendo-se a antibióticos que, à partida, serão de espectro alargado e conseguirão debelar a infecção. O objectivo fundamental deste trabalho, foi o de conhecer o comportamento das estirpes mais prevalentes que provocam infecções do tracto urinário e avaliar se se manifesta alguma evolução das suas resistências aos antibióticos, em dois períodos temporais distintos. O estudo, retrospectivo, foi realizado no Hospital Sousa Martins, recorrendo-se a 100 uroculturas com resultado positivo, metade do ano 2002 e as restantes do ano 2007. Todas as urinas foram semeadas em gelose de CLED. A identificação e o seu respectivo antibiograma foram realizados no sistema VITEK 1 (bioMérieux). De entre os principais resultados destaca-se que a estirpe mais prevalente no ano de 2002 foi E. coli constituindo 64% das estirpes identificadas, seguida da S. marcescens com 16% e da K. pneumoniae com 14%. Em relação ao ano de 2007, predominou novamente a E. coli com 66% das infecções urinárias, seguida da P. aeruginosa com 14%. Quanto ao comportamento face aos antibióticos das estirpes mais prevalentes, verificamos que ocorreu um aumento de sensibilidade da Escherichia coli face à amoxicilina (68,8% em 2002 para 93,9% em 2007), face à ampicilina (56,3% em 2002 para 75,8% em 2007) e à cefalotina (84,4% em 2002 para 93,9% em 2007). Apenas aumentou a sua resistência face ao trimetoprim, sendo que no ano 2002 apresentava uma resistência de 18,8% e no 2007 este valor passou a 24,2%. A Klebsiella pneumoniae aumentou a sua capacidade de resistência à amoxicilina (0% no ano 2002 para 75% no ano 2007), tornou-se completamente resistente à ampicilina e diminui a sua sensibilidade à cefalotina (85,7% em 2002 e apenas 25% em 2007). Aumentou ainda a sua resistência à pefloxacina, uma vez que em 2002 todas as estirpes foram sensíveis e em 2007 apenas 25% apresentaram sensibilidade perante este antibiótico. Em relação ao trimetoprim verificou-se também um acentuado aumento de resistência por parte desta bactéria, sendo que em 2002 apenas 28,6% das estirpes de Klebsiella pneumoniae eram resistentes, ao passo que em 2007 este número passou para 75%. Apenas aumentou a sua susceptibilidade à netilmicina, passando de uma sensibilidade de 85,7% em 2002 para 100% em 2007. A partir dos resultados podemos constatar que a Escherichia coli não alterou muito o seu comportamento face aos antibióticos testados, aumentando mesmo a sua sensibilidade em alguns casos. Já em relação à Klebsiella pneumoniae, há uma clara diminuição da sua sensibilidade face à maioria dos antibióticos testados.
Contém referências bibliográficas
Bibliografia : f. 21
Métodos de investigaçäo
Contém referências bibliográficas
Química e física do solo
Contém referências bibliográficas
Bibliografia : f. 47
Contém referências bibliográficas
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Contém referências bibliográficas
Contém referências bibliográficas
Contém referências bibliográficas
Contém referências bibliográficas
Contém referências bibliográficas
Contém referências bibliográficas
Enfermagem
Medicina interna
Nutrição
Pediatria
Pneumonias atípicas
Gota
Tuberculose
Neurologia
Cancro da próstata
Gota
DIV
Hematologia
Úlcera da perna
Tuberculose
Morbilidade psiquiátrica
Hidronefrose
Uropatias congénitas
Ecografia pré-natal
Ecografia pré-natal
Alergia alimentar
Uropatia malformativa
Cirurgia
Cancro da próstata
Hospital
Hospital
Radiologia
Dados
Isótopos
Doença das chagas
Psiquiatria
Trichomonas vaginalis
Neoplasias
Arterite temporal
Perturbações alimentares
Linfadenite tuberculosa
Disfunção eréctil
Criminalidade
Dissertação de mestrado em cuidados paliativos. Instuto Politécnico de Castelo Branco. Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias, 2013
Encefalocelo frontal fetal
Cancro do pulmão
Dificuldades de aprendizagem
Dissertação apresentada com vista à obtenção do grau de Mestre em Construção Sustentável, Instituto Politécnico, Escola Superior de Tecnologia, Castelo Branco, 2015
Contém referências bibliográficas