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O artigo pretende apresentar uma contextualização relativa à dinâmica do processo de envelhecimento com uma reflexão acerca das suas diferentes valências. Tendo em consideração o aumento da esperança de vida, torna-se importante promover uma aprendizagem ao longo da vida ‘para’ e ‘com’ os cidadãos mais idosos. Neste âmbito, é realizada uma abordagem multidisciplinar onde se destaca a importância da gerontologia e da gerontagogia, num contexto de formação que se pretende ser mais ajustada às necessidades dos cidadãos mais idosos. Neste particular, de formação ao longo da vida, é dado um particular realce às Universidades da Terceira Idade a funcionar em Portugal, relativamente ao seu contributo educativo e, ao mesmo tempo, o seu contributo social. Atendendo ao facto de cada vez mais a presente sociedade do século XXI assentar em serviços e plataformas digitais, o artigo visa ainda promover uma reflexão crítica relativamente aos designados ‘nativos digitais’ e aos ‘imigrantes digitais’, no que respeita às respetivas competências digitais que lhes permitem exercer os seus direitos e os seus deveres como cidadãos. Neste novo contexto digital, torna-se importante incluir os cidadãos mais idosos no sentido de os capacitar para estes novos desafios proporcionando-lhes condições para que possam usufruir de um melhor e mais adequado envelhecimento.
O artigo pretende apresentar uma contextualização relativa à dinâmica do processo de envelhecimento com uma reflexão acerca das suas diferentes valências. Tendo em consideração o aumento da esperança de vida, torna-se importante promover uma aprendizagem ao longo da vida ‘para’ e ‘com’ os cidadãos mais idosos. Neste âmbito, é realizada uma abordagem multidisciplinar onde se destaca a importância da gerontologia e da gerontagogia, num contexto de formação que se pretende ser mais ajustada às necessidades dos cidadãos mais idosos. Neste particular, de formação ao longo da vida, é dado um particular realce às Universidades da Terceira Idade a funcionar em Portugal, relativamente ao seu contributo educativo e, ao mesmo tempo, o seu contributo social. Atendendo ao facto de cada vez mais a presente sociedade do século XXI assentar em serviços e plataformas digitais, o artigo visa ainda promover uma reflexão crítica relativamente aos designados ‘nativos digitais’ e aos ‘imigrantes digitais’, no que respeita às respetivas competências digitais que lhes permitem exercer os seus direitos e os seus deveres como cidadãos. Neste novo contexto digital, torna-se importante incluir os cidadãos mais idosos no sentido de os capacitar para estes novos desafios proporcionando-lhes condições para que possam usufruir de um melhor e mais adequado envelhecimento.
pedagogia social
O tema da educação dos adultos e/ou adultos maiores merece uma reflexão epistemológica, em relação à ação dos profissionais, nas diversas valências na rede social e comunitária, como nas instituições educativas. Utilizando uma argumentação hermenêutica, o autor aborda a necessidade de implementar propostas socioeducativas para os adultos maiores, por meio de programas intergeracionais, destacando o papel da gerontologia educacional ou gerontagogia, a qual se integra no campo da educação social. Os objetivos que nortearam esta análise fenomenológica são: repensar a educação de adultos maiores, na área da gerontagogia; analisar os aspetos socioeducativos, psicopedagógicos e metodológicos nas ações e nos programas gerontológicos, com a finalidade de promover uma cidadania ativa. Refletiremos epistemologicamente as possibilidades educativas, provenientes da pedagogia social/ educação social e a gerontagogia, de modo a dar uma qualidade de vida aos adultos maiores, numa sociedade para todas as gerações.
O presente artigo visa abordar uma investigação de doutoramento realizada nas universidades seniores do distrito de Castelo Branco no ano letivo 2013/2014, que teve como principal objetivo identificar os fatores socioculturais que influenciam e condicionam a opção pela aprendizagem das TIC e conhecer os impactos desta aprendizagem no Bem-estar (mental e social) ao longo do processo de envelhecimento. Os dados foram recolhidos em 5 universidades seniores deste distrito através de um inquérito por questionário que envolveu 374 cidadãos (50 + anos) e de entrevistas a 5 Diretores, 5 Professores de TIC e 10 Participantes que já frequentaram uma formação em TIC nas respetivas universidades seniores. Os resultados permitiram verificar que a necessidade de comunicação, o combate ao isolamento são os principais fatores socioculturais que influenciaram a aprendizagem das TIC nestes participantes. O exercício da memória e das aptidões intelectuais, a participação e inclusão na sociedade digital e a diminuição da solidão foram os impactos no «Bem-estar mental» e no «Bem-estar social» mais evidenciados