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Gerontologia
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Gerontologia
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Geriatria
Idoso
O tema da educação dos adultos e/ou adultos maiores merece uma reflexão epistemológica, em relação à ação dos profissionais, nas diversas valências na rede social e comunitária, como nas instituições educativas. Utilizando uma argumentação hermenêutica, o autor aborda a necessidade de implementar propostas socioeducativas para os adultos maiores, por meio de programas intergeracionais, destacando o papel da gerontologia educacional ou gerontagogia, a qual se integra no campo da educação social. Os objetivos que nortearam esta análise fenomenológica são: repensar a educação de adultos maiores, na área da gerontagogia; analisar os aspetos socioeducativos, psicopedagógicos e metodológicos nas ações e nos programas gerontológicos, com a finalidade de promover uma cidadania ativa. Refletiremos epistemologicamente as possibilidades educativas, provenientes da pedagogia social/ educação social e a gerontagogia, de modo a dar uma qualidade de vida aos adultos maiores, numa sociedade para todas as gerações.
Geriatria
INTRODUÇÃO: A população portuguesa está cada vez mais envelhecida, sendo a fragilidade, um conceito importante a conhecer. Entende-se como fragilidade um estado dinâmico que afecta um indivíduo originando alterações em um ou mais campos do funcionamento humano, determinado por uma série de variáveis. Na perspetiva de um envelhecimento positivo importa prevenir as consequências resultantes do acentuar do estado de fragilidade, de forma a minimizar os impactos em termos familiares, sociais e económicos. Os profissionais que trabalham com esta população necessitam de instrumentos de medidas validados para a língua portuguesa para que se possam fazer avaliações dos indivíduos, mais credíveis e quantificáveis. Sendo o conceito de “fragilidade” relativamente recente, não existem instrumentos adequados para o seu estudo. OBJECTIVOS: Avaliar se o processo de validação intercultural da Edmonton Frail Scale (EFS) para a língua portuguesa está adequado à população idosa portuguesa através da análise das características psicométricas (validade e fiabilidade). DESENVOLVIMENTO/MÉTODO: Este estudo decorreu em três momentos de avaliação. Em T0 foram aplicados 4 questionários (questionário de dados de caracterização e informação sócio-demográfica, Edmonton Frail Scale (EFS), Functional Status Questionnaire (FSQ) e 12- item Short Form Health Survey (SF-12)) e ainda o consentimento informado, às 60 pessoas idosas. Passadas 48h-96h, foi apenas aplicada a EFS (T1). Finalmente, com intervalo de 4 semanas de T0 foi aplicada a EFS e o questionário de dados de caracterização e informação sócio-demográfica (T2). CONCLUSÃO: A versão portuguesa da EFS, neste estudo demonstrou características psicométricas comparáveis a outras versões da EFS, para pessoas idosas. Uma vez que não foi aplicado nenhum protocolo específico que especulasse mudanças estatisticamente significativas, os valores obtidos, nomeadamente no poder de resposta foram bastante fracos (0,16), assim como na validade de construção (-0,66>r>-0,23). A conciliação do uso desta escala com outras escalas pode ser uma mais-valia, em termos de avaliação destas mudanças.
Idoso
Ética
Envelhecimento
Geriatria
geriatria
pedagogia social
Enfermagem gerontológia